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Cordeiros: Prefeito Vavá tem contas reprovadas pelo TCM

Foto: TV/BA.
Foto: TV/BA.

As contas do ano de 2015 do Prefeito Edvar Ribeiro da Silva popular “Vavá” foram reprovadas pelo TCM – Tribunal de Contas dos Municípios, com publicação em 15/12/2016.

O motivo principal da rejeição das contas foi o excesso de gasto com a folha de pagamento dos funcionários público. A despesa total com pessoal do Poder Executivo, no valor de R$ 10.708.587,93 foi correspondente a 59,04% da Receita Corrente Líquida de R$18.137.130,36, superior ao limite de 54% prescrito no art. 20, III, b, da Lei Complementar nº 101/00 LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal.

O TCM ainda imputou ao gestor, com respaldo no art. 71 da Lei Complementar nº 006/91, uma multa no valor de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), na forma da Resolução TCM nº 1.124/2005, conforme estabelecido na DELIBERAÇÃO DE IMPUTAÇÃO DE DÉBITO.

Clique aqui  e leia o processo na íntegra.

Condeúba: Há 24 anos atrás morria o maior líder político Antônio Terêncio

Pelo Prof. Agnério

antonio-terencio-copiaBiografia de Antônio Terencio

Antônio Farias Terêncio é filho de Apolônio da Silva Terêncio e dona Sinésia Farias Terêncio. Nasceu em 27 de maio de 1926 na Fazenda Cachoeira no lugar denominado “Deus me livre”. Na época, a família havia se retirado para o campo, porque a Coluna Prestes ocupava a cidade e não havia condições de se proteger da fúria dos revolucionários, comandados por Luis Carlos Prestes e Antônio Siqueira Campos. Seus irmãos são: Geraldo Terêncio, Eunice Gomes (in memória), Rita Oliveira, José Maria Terêncio e Maria do Rosário Amorim. Continue lendo Condeúba: Há 24 anos atrás morria o maior líder político Antônio Terêncio

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Cordeiros: Delci e Teco lança Programa de Governo Participativo

O pré candidato a Prefeito e Vice de Cordeiros/BA e presidente do PSD e PT lançaram nesta quinta-feira(30/06) o Programa de Governo Participativo (PGP). Trata-se de um movimento que conta com a contribuição da sociedade para a construção de um projeto para eventual governo 2017/2020. Continue lendo Cordeiros: Delci e Teco lança Programa de Governo Participativo

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Polícia Federal é autorizada pelo TSE a coletar provas contra chapa de Dilma e Temer

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou que a Polícia Federal faça diligências e colete provas para embasar os processos de cassação da chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) em 2014.

De acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal o Globo, entre os pedidos, estão perícia contábil nas gráficas Editora Atitude (a mesma que Sérgio Moro já havia quebrado o sigilo, meses atrás); Gráfica VTPB Ltda; Red Seg Gráfica e Editora e Focal Confecção e Comunicação Visual Ltda, que trabalharam para a campanha de Dilma e Temer.

Foram autorizados ainda os depoimentos de Augusto Mendonça, da Toyo Setal, do ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, do executivo da Camargo Corrêa, Eduardo Leite, do empreiteiro Ricardo Pessoa, do operador Hamylton Padilha, do lobista Julio Camargo, do lobista Zwi Skornicki e do ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos Marcelo Neri.

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Lula diz que assume Casa Civil na quinta, caso STF aprove

Em manifestação pró-Dilma realizada neste sábado, em Fortaleza, Lula discursou rapidamente e afirmou que pretende assumir a Casa Civil. “Na próxima quinta-feira, se tudo der certo, se a Corte Suprema aceitar, eu estarei assumindo o ministério. Eu volto para ajudar a companheira Dilma”.

Indicado para comandar uma das pastas mais importantes do governo, o ex-presidente chegou a tomar posse, mas não pôde assumir o cargo por causa de uma liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Mendes entendeu que houve “desvio de finalidade” na indicação feita por Dilma.

Para ele, a presidente nomeou Lula para que ele deixasse de ser investigado e julgado na primeira instância, pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, já que ministros de Estado têm foro privilegiado no STF. A decisão de Gilmar Mendes será submetida ao plenário do Supremo.

No pronunciamento, o ex-presidente não chegou a mencionar diretamente a Operação Lava-Jato ou as investigações que ligam o petrolão e o mensalão ao caso do prefeito Celso Daniel, assassinado em 2002. No entanto, voltou a afirmar que não é dono de um tríplex no Guarujá e de um sítio em Atibaia. “Eles inventam que eu tenho tudo isso”, ironizou.

Michel Temer, do PMDB, não escapou das críticas de Lula. “Como constitucionalista, como professor de Direito, Temer sabe que o impeachment é golpe”, disse. Alfinetando o vice-presidente, que assume a presidência caso a impedição de Dilma se concretize, o petista afirmou que “a forma mais vergonhosa de chegar ao poder é tentar derrubar um mandato legal”.

Além do ex-presidente, também falaram os governadores Camilo Santana, do Ceará, e Wellington Dias, do Piauí – ambos do PT. Lula encerrou seu discurso dizendo: “Cunha, Temer, não vai ter golpe”. Cerca de 2.000 pessoas participaram da manifestação, de acordo com a organização.

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Aos gritos de ‘Fora PT’, PMDB deixa governo em reunião de três minutos

O PMDB oficializou, nesta terça-feira (29), o desembarque da sigla do governo Dilma Rousseff. A decisão foi tomada por aclamação, em reunião que durou menos de três minutos, e foi liderada pelo vice-presidente do partido, o senador Romero Jucá (RR).

A moção aprovada determina a entrega de todos os cargos ocupados por membros do PMDB no Executivo, além da instauração de processo no Conselho de Ética do partido contra quem permanecer no cargo. Os parlamentares presentes à reunião entoaram gritos de “Fora PT” e “Brasil, para frente, Temer presidente”.

A tomada de posição foi articulada pelo grupo do vice-presidente Michel Temer.
Com a decisão sacramentada, ministros peemedebistas já se preparam para deixar a Esplanada dos Ministérios. A decisão foi tomada após reunião realizada entre Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), considerado o “último bastião” do governismo no PMDB.

Temer não estava presente na reunião que oficializou o desembarque. Os ministros peemedebistas também não compareceram. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sentou-se ao lado de Romero Jucá. Na segunda-feira (28), Cunha havia saudado a saída do partido do governo, dizendo que a partir de agora a sigla seria “independente”.

Apesar dos apelos da presidente Dilma e de seu antecessor, Lula, o Planalto não conseguiu conter a tendência de debandada do PMDB, agravada nos últimos dias com a exposição das posições anti-Dilma dos maiores diretórios estaduais da sigla, como Rio de Janeiro e Minas Gerais.

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Para Rui, oposição cria convulsão social ao ‘jogar gasolina’ no país

Após a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula terem parte das conversas telefônicas grampeadas pela Polícia Federal e divulgadas pela imprensa na quarta-feira (16), o governador da Bahia, Rui Costa, condenou a ação. Para o petista, a iniciativa faz parte de uma intenção da oposição de criar uma convulsão social no Brasil.

“Grampear a presidenta da República? Não há democracia que se coloque de pé com isso, não há! Isso é um absurdo completo, para criar uma convulsão social no país, jogar gasolina. Milhares de pessoas precisando trabalhar, precisando sustentar suas famílias e quem tem estabilidade no emprego, com salários altos, que tem obrigação de ser sereno, de cuidar da lei e do povo, fica jogando gasolina ao invés de baixar a poeira”, exaltou-se.

Em entrevista na Rádio Sociedade, nesta quinta-feira (17), o governador defendeu ainda as apurações antes dos julgamentos antecipados como meio de respeitar a democracia. “Quero reiterar, junto com outros governadores do Nordeste, o pedido de bom senso e que o Supremo Tribunal Federal (STF) garanta a legalidade neste país”, pontuou.

 

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Lula é nomeado como Ministro da Casa Civil

A nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como novo ministro da Casa Civil foi publicada no início da noite desta quarta-feira (16) em edição extraordinária do Diário Oficial da União. Além da nomeação de Lula, a edição traz ainda a criação de um novo ministério, o do Gabinete Pessoal do Presidente da República, que será ocupado por Jaques Wagner (PT), agora ex-ministro da Casa Civil.