Condeúba: Padre José Silva realizou a primeira Assembléia Paroquial

Profº Agnério

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Assembléia Paroquial

O Padre José Silva Figueiredo reuniu membros do Conselho Pastoral Paroquial entre a cidade e a zona rural para planejar a Assembleia Paroquial de 2017. Geralmente, as assembleias paroquiais são realizadas tendo em vista a Assembleia Diocesana em Caetité. Foi formado, então, um Grupo para organizar e coordenar o evento, ficando à frente a teóloga Marly Costa que contou com o apoio de Elaine, Eva Guimarães, Helenita Pacheco, Jesuína, Suzana Severina, Agnério, Suzane, Natanael, Flávio Prates e outros.

A Assembleia será realizada em três momentos: 10 de Setembro, 1º de outubro e dia 12, Nossa Senhora Aparecida. O primeiro momento é para estudar o Evangelho de João; o segundo para refletir o documento 107 da CNBB sobre a iniciação à vida cristã: e o terceiro será uma culminância de todas as reflexões e trabalhos executados, no dia da festa da padroeira do Brasil, finalizando com chave de ouro a nossa assembléia paroquial.

Foram feitas inscrições para o evento a preços módicos para cobrir despesas com alimentação, água e outros gastos. Cerca de trezentas pessoas se inscreveram e vieram de todas as partes para participar. Trouxeram no alforje a Bíblia Sagrada, a fé e a vontade de aprender. O Salão Paroquial não cabia tanta gente assim, apelou-se para a Igreja Matriz.

No dia 10 próximo passado, teve início com missa de abertura celebrada pelo Pe. Zé Silva; logo em seguida, o professor e filósofo Mozart Tanajura, usando o data-show e a Bíblia começou a ler e explicar o 4º Evangelho. O Prólogo desse evangelho é um texto lírico bem narrado pelo Apóstolo João, irmão de Tiago:
No começo o Verbo já existia
O Verbo estava voltado para Deus
E o Verbo era Deus
Tudo foi feito por meio dele
Nada foi feito sem ele
Nele estava a vida
E a vida era a luz dos homens. (Jo 1, 1-18)
É interessante observar, que o evangelista fala em sinais, sendo sete (número bíblico que indica perfeição): 1) mudança da água em vinho, 2) cura do filho do funcionário do rei, 3) cura de um paralítico, 4) partilha dos pães, 5) Jesus caminha sobre as águas, 6) cura do cego de nascença, 7) ressurreição de Lázaro.
E a explicação se prolongou até o meio-dia com pequenos intervalos musicais de Adriano e Elaine para descontração da grande platéia. Café da manhã, almoço e lanche da tarde foram servidos no prédio do antigo Prodec, com vários voluntários ao trabalho, porém como cozinheira-chefe D. Rose e seu grupo de ajudantes.
Voltando à exposição dos sinais, Mozart explicou que: no sexto dia acontece o casamento em Caná da Galileia como o primeiro sinal de Jesus. Os outros sinais acontecem dentro de um sexto dia que é simbólico. O objetivo de João é associar os sinais à obra da criação, conforme o livro do Gênesis. A criação acontece no espaço de uma semana. No sexto dia Deus criou a humanidade à sua imagem e semelhança. Em João, o 6º dia começa com um casamento. Surge aí uma nova humanidade unida a Jesus pela fé. Deus descansou no 7º dia, Jesus só descansará quando tiver consumado toda a sua obra em favor da vida. Acontece na cruz ao dizer: “Tudo está consumado”!
Todo o livro escrito por João está dividido em duas partes. A primeira é o Livro dos Sinais acontecido em duas semanas. A segunda parte é o Livro da Glorificação, também conhecido por o Grande Sinal. Aqui Jesus inicia com o Lava-pés e institui a Eucaristia. Segue-se a prisão, paixão, morte e ressurreição de Jesus.
Antes do Apêndice, parte introduzida depois que o Evangelho foi escrito, há no cap. 20,30-31 o seguinte:
“Jesus realizou diante dos discípulos muitos outros sinais
Que não estão escritos neste livro. Estes sinais foram
Escritos para que vocês acreditem que Jesus é o Messias
O filho de Deus. E para que, acreditando, vocês tenham
A vida em seu nome.”
O primeiro momento terminou por volta das 16.00 h. com parabéns e abraços de despedida ao palestrante que demonstrou jovialidade, simpatia, gratidão pela acolhida e prontidão para atender pedido de retorno com palavras tão sábias e tão sublimes bem ao gosto de Jesus e dos fiéis condeubenses.

 

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