BANCO RURAL, PARCEIRO NUMERO UM DO HOMEM DO CAMPO

Por Thiago Braga

O banco rural faz parte do dia a dia do homem do campo. Os pequenos produtores, que vivem da lavoura, têm oportunidade de aumentarem seu negócio. A desapropriação de casas na roça, por falta de dinheiro, ainda é realidade nos dias de hoje. Sem renda não há resultados.

Esta agência oferece ao trabalhador rural uma linha de crédito especial para auxiliá – lo em eventuais perdas, prejuízos e danos. Tenta manter de pé o trabalho de plantio e colheita através do incentivo financeiro lançado pelo banco. O produtor, na qualidade de cliente, busca meios de manutenção de sua propriedade agrícola.

As cooperativas também prestam apoio ao lavrador, quando o assunto é produtividade. Na partilha de lucros, todos os cooperados saem ganhando, isso, é claro, de acordo a produção individual. Esse mesmo sistema emprega famílias. Vale dizer que as cooperativas visam a geração de emprego e renda.

Houve um tempo que o Banco do Nordeste esteve no interior baiano, inclusive em nossa região, assistindo as dificuldades enfrentadas pelo lavrador vítima da seca. A terra é fértil mas nem sempre existem recursos para torná – la melhor. Um exemplo disso, é o uso de adubo vegetal, energia solar e irrigação da lavoura. Quem planta tem direito de colher.

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