Projeções já indicam PIB deste ano menor que o de 2018

Foto: Reinaldo Canato/Veja

Economistas já preveem que a economia brasileira deve crescer neste ano menos do que no ano passado, quando o avanço foi de apenas 1,1%.

Após a euforia causada pelo início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), quando o otimismo pela mudança levou analistas a preverem um PIB (Produto Interno Bruto, índice que serve para medir a atividade econômica, calculando a soma de todas as riquezas produzidas por um país, dentro de um determinado período) em torno de 3% para 2019, agora a expectativa é de um crescimento de apenas 1%. Há tempos a economia brasileira não apresenta um avanço significativo.

Tanto em 2018 como em 2017, o PIB foi de 1,1%. Em 2016 e em 2015, a economia teve retração, de 3,3% e 3,5%, respectivamente. Devido a sinais de desaceleração da atividade econômica no primeiro trimestre deste ano, bancos e consultorias passaram a cortar as projeções. O Itaú divulgou nesta segunda-feira, 13, redução da expectativa de 1,3% para 1,0% para o PIB de 2019.

Na sexta-feira, 10, diante do ritmo de crescimento no começo deste ano aquém do esperado, o Bradesco revisou a projeção de alta do PIB de 1,9% para 1,1%. Entre outras estimativas, o banco Santander espera avanço de 1,3%, a XP Asset Management, de 1,1% e a LCA Consultores, de 1,5% (“com tendência de redução”).

Os cortes das projeções levam uma conta, principalmente, uma perspectiva de aprovação da reforma da Previdência mais tardia no Congresso Nacional, o que posterga a volta da confiança, dos empresários e dos consumidores e, consequentemente, das decisões de investimentos.

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