Carnaval: Paraíso do Tuiuti pergunta se a escravidão acabou no Brasil e brilha na Sapucaí

Com o samba-enredo “Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?”, a Paraíso do Tuiuti fez um dos desfiles mais marcantes do Carnaval de 2018 no Rio de Janeiro.

A escola de samba de São Cristóvão relembrou o histórico da escravidão no Brasil, a Lei Áurea e chegou até o momento político atual, com críticas à reforma trabalhista do presidente Michel Temer — que foi retratado como vampiro em um dos carros.

“Eu sou um vampiro que representa o presidente da República”, disse à agência de notícias AFP o professor de história Leo Morais, de 39 anos, enquanto era maquiado.

​”As escolas de samba têm uma função social”, disse. “Elas representam as pessoas comuns”.

A Sputnik Brasil acompanhou os desfiles na Marquês de Sapucaí e notou o desconforto nas áreas mais nobres do sambódromo durante o desfile da Paraíso do Tuiuti. Já nas arquibancadas, o clima era outro com cantoria e dança.

O professor de história Leo Morais

 

 

 

 

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