Arquivos diários: 22 de agosto de 2018

 Vitória da Conquista: Arranha-Céu de 39 andares e 131 metros de altura será erguido na cidade

A cidade de Vitória da Conquista vai ganhar em breve um moderno e arrojado projeto arquitetônico, trata-se da Torre Saul Quadros de 39 andares.

O projeto da Daniel Paes Arquitetura e Desafio Engenharia será executado na Avenida Franklin Ferraz, entre as Avenidas Brasil e Luís Eduardo Magalhães, na Zona Leste de Vitória da Conquista.

A Torre Saul Quadros é um empreendimento residencial de alto padrão, que representará um marco na construção civil da Bahia.

Ele incorpora tecnologias arrojadas e eficientes e estabelece novos paradigmas. São 27 unidades tipo, duas unidades Duplex e uma Triplex.

Um dos destaques do empreendimento é o fator sustentabilidade, ele gerará mais do que 100% da energia consumida, processará os resíduos gerados pelos apartamentos, fará tratamento de águas de reuso, terá sistema de envoltória com isolamento térmico para reduzir gastos energéticos com resfriamento e aquecimento das unidades e até mesmo um inovador sistema de recarga para veículos elétricos que iremos detalhar para o público mais adiante.

Com informações do Blog do Anderson.

Política: Câmara dos Deputados cassa mandato de Paulo Maluf

O mandato do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), 86 anos, foi cassado pela Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (22). A decisão da Mesa Diretora foi unânime. O suplente de deputado Junji Abe (MDB-SP), que assumiu o mandato em fevereiro quando a Câmara afastou Maluf, deverá ser efetivado na vaga.

Preso desde dezembro, Maluf foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por lavagem de dinheiro, em maio de 2017. Ele foi acusado pelo Ministério Público Federal de usar contas no exterior para lavar recursos desviados da Prefeitura de São Paulo quando foi prefeito, entre 1993 e 1996.

De acordo com a denúncia, parte do dinheiro foi desviada da obra de construção da Avenida Água Espraiada, atual Avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul da capital paulista.

Em dezembro do ano passado, Maluf foi preso após o ministro do STF Edson Fachin rejeitar recurso da defesa e determinar o cumprimento imediato da pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias. Desde março, ele cumpre a pena em regime domiciliar por motivos de saúde.

Ao determinar a execução da pena, a Suprema Corte também decidiu pela perda automática do mandato já que, preso, Maluf não poderia comparecer às sessões da Câmara. Nessa situação, bastaria a declaração da cassação pela Mesa Diretora da Casa.

No entanto, a Câmara vinha adiando a medida por divergências em relação ao entendimento da decisão do Supremo. Isso porque a Constituição também estabelece que, em caso de condenação criminal, como é o caso de Maluf, a cassação de mandato parlamentar deve ser analisada pelo plenário da Câmara.

Outro ponto polêmico que fez a Câmara a decisão sobre a cassação é que não estava claro se o processo no STF tinha transitado em julgado, quando não cabe mais nenhum recurso. A dúvida surgiu porque o trânsito em julgado foi declarado pelo STF em dezembro, mas, em abril, a Corte analisou um novo recurso, o que teria reaberto a tramitação do processo, de acordo com a defesa.

Com a renúncia, perde efeito o processo em tramitação no Conselho de Ética que pedia a cassação de Maluf. Autora da representação, a Rede argumentava que a condenação de Maluf pelo STF configurava quebra de decoro parlamentar por parte do deputado.

Esporte: José Maria Marin é condenado a quatro anos de prisão pela Justiça americana


A juíza Pâmela Chen, da Corte Federal do Brooklyn, de Nova York, condenou José Maria Marin a quatro anos de prisão pelos crimes cometidos na época em que foi presidente da CBF, entre 2012 e 2015. A informação é do site GloboEsporte.com.

Há oito meses o ex-presidente da CBF foi considerado, na mesma corte, culpado de seis dos sete crimes pelos quais foi acusado pela promotoria da Justiça americana. São eles: organização criminosa (1x), fraude bancária (3x) e lavagem de dinheiro (2x).

Eles estão ligados a Copa Libertadores da América, Copa do Brasil e Copa América e cometidos foram entre os anos 2012 e 2015, período em que Marin foi presidente da entidade. Na mesma ocasião, no fim do ano passado, o cartola foi absolvido de acusação de lavagem de dinheiro relativa à Copa do Brasil.

De acordo com o Globo Esporte, além de Marin, o júri popular formado na corte, em Nova York, também condenou o ex-presidente da CONMEBOL e da Associação Paraguaia de Futebol Juan Angel Napout por organização criminosa e fraude bancária.

Tanto Napout quanto Marin foram, no dia 22 de dezembro de 2017, para a penitenciária MDC no Brooklyn, famosa pelas más condições dadas aos prisioneiros. Segundo a promotoria, Marin recebeu ao todo U$ 6,5 milhões de propina de empresas de marketing esportivo para assinar contratos de direitos comerciais de competições de futebol na América do Sul.

Ainda de acordo com o site, em contrapartida, os advogados de Marin argumentaram que deveria ter sido considerado tempo em que o ex-presidente da CBF ficou preso, por isso, pediram a liberação dele imediatamente. Marin está detido na penitenciária do Brooklyn desde a sua condenação no final de dezembro passado.

Ex-presidentes da CBF, Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero (que foi suspenso pela FIFA) também foram denunciados pela justiça americana por receber propina e cometer os mesmos crimes pelos quais Marin foi condenado. Mas como o Brasil, por lei, não extradita seus cidadãos, eles não são julgados em Nova York.

Morre, aos 84 anos, o escritor e professor da Ufba Edivaldo Boaventura

Boaventura foi diretor-geral do jornal A TARDE e presidente da Academia de Letras da Bahia.
Por G1 BA

Morre, em Salvador, o professor da Ufba Edivaldo Boaventura (Foto: Divulgação)

Morreu, na madrugada desta quarta-feira (22), aos 84 anos, o escritor e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Edivaldo  Boaventura. Ele não resistiu a complicações de uma cirurgia cardíaca.

Bacharel em Direito e em Ciências Sociais pela Ufba, Boaventura era natural do município de Feira de Santana. Ele cursou o Instituto International de Planificação de Educação/UNESCO, em Paris, era mestre e PhD em Educação pela The Pennsylvania State University, nos Estados Unidos. Em 1996, o professor assumiu a direção-geral do jornal A TARDE.

Boaventura foi secretário de Educação e Cultura da Bahia por duas vezes, uma entre 1970 e 1971 e a outra entre 1983 e 1987. Na última gestão como secretário, foi responsável pela criação da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), credenciou a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e impulsionou a criação da Universidade Estadual do Sudoeste Baiano (UESB) e Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).

Entre os anos de 2007 e 2011, Edivaldo presidiu a Academia de Letras da Bahia. A trajetória do educador foi reconhecida pelo governo de Portugal em junho deste ano, quando ele foi condecorado com a Ordem da Instrução Pública no grau de Comendador, pelos serviços prestados à educação e cultura nos dois países de língua portuguesa.

Boaventura deixa esposa e dois filhos, entre eles, o ator e cantor Daniel Boaventura. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

Esqueçam os comícios…


Foto: (Rogerio Reis/VEJA).Com tantos meios de comunicação ao seu dispor – jornais, rádios, televisão, carros de alto falante, internet, etc., etc., etc.- será que ainda tem candidato a qualquer cargo eletivo, isto é, de governador a deputado estadual, pensando em fazer comício? Esse tipo de comunicação que imperou no Brasil a partir dos anos 30, conseguiria atrair a multidão que sempre ia às praças públicas ouvir seus principais candidatos? Talvez seja por isso que partidos e candidatos nem falam mais em comício. “É coisa do passado, superada mesmo”, disse-nos um pré-candidato ao governo do Estado.

Nos anos 50 do século passado, os comícios lotavam praças enormes aqui na cidade, mas a preferência mesmo era pela praça Fausto Cardoso, no centro da cidade. A então incipiente praça da Rodoviária Velha tinha espaços enormes para preencher e talvez por isso mesmo, os comícios de encerramento de campanha eram realizadas por olá. Vinha ônibus lotados de partidários, tanto da Capital quanto do interior e o difícil mesmo era voltar para casa, depois das dez da noite. Havia poucos ônibus fazendo o trajeto de bairros como Cidade Nova, América, Palestina, 18 do Forte – ou melhor, havia gente demais, além da conta, e muitos preferiam se arriscar a voltar a pé a esperar um próximo ônibus da linha, daí a hora e meia depois da última partida…

Hoje, naturalmente, tem que se levar em conta as despesas para a realização do comício. Em termos de logística, teria que se encontrar uma praça que abrigasse multidões acima de dois mil espectadores, o que não é fácil, mesmo em bairros mais distantes. Depois achar verba para pagar a eletricistas (senão como puxar luz para o centro da praça?) e marceneiros (como montar o palanque?), Uma boa grana teria que ser separada para o sistema de segurança, não só dos candidatos, como da multidão que vai puxar o coro dos candidatos. E depois ter santo forte para que nenhum ato de violência ocorresse durante para não tirar o brilho da festa.

Quer saber de uma coisa? Comício, é melhor esquecê-lo. Traz mais dores de cabeça do que votos…