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E assim, caminha a humanidade…

Por Leandro Flores

Avós não ficam para sempre, claro. Apesar que a gente pensa que eles são eternos, né, assim como os nossos pais, mas eles se vão também… como, também, um dia iremos, os nossos filhos irão… e assim, caminha a humanidade. É uma rotatividade a vida. A gente nem se dá conta de como ela é “trem-bala” como diz a canção. Viver é uma faísca é um nada, em se tratando de existência.

Vó Judite, mulher íntegra, generosa, impaciente, às vezes. Vivia assim, querendo ir, ultimamente com mais frequência, por conta de um alzheimer, mas a sua missão era ir mesmo… e ela se foi para sempre.

A última de sua geração de irmãos (tinha até uma gêmea, Julia e Judite). Foi uma mulher que combateu o bom combate que são as tentações da vida. Preocupada, preferia a cautela, a abstenção de uma vida pacata. Cuidava de todos com zelo. Eu mesmo fui um dos seus. Tive a honra de morar com ela. Fui neto, filho, amigo, sobrinho (ela já nem sabia mais me classificar quando nos vimos pela última vez). Talvez um pouco de tudo isso.

Tive o prazer de conviver com a minha vozinha nesses últimos dias de vida dela, de beijá-la, de dizer o quanto era linda. E era mesmo. Quem a conhecia sabe o quanto aquele sorriso era permanente em seu rosto… e isso, tornava-a linda!

Vai deixar saudade. Aliás, já deixou. Mas ao mesmo tempo, estou “conformado” por saber o quanto ela viveu, o quanto foi a mulher que foi e, principalmente, pelo lugar que herdou.

Leandro Flores
(neto de dona Judite)

Ainda há tempo

Por Alberto David

O quanto é belo o tempo para viver as coisa belas da vida, mas há pessoas que não aproveitam a oportunidade, e consiste em torcer para a derrocada dos outros, de vez de olharem para dentro de si e ver, fazem o contrário, se preocupam com a vaidade dos outros, ou vivem para a efemeridade, ou o ócio, enfim, uma vida vazia. E não percebe o quanto se pode ser feliz. Há indivíduos que são ruins mesmo, outros, se desculpam, “foi um mal dia”.

O quanto a gente é feliz em dar a mão a quem precisa.

Mas as pessoas gostam de viver a vida que não é sua. São os parasitas inventam coisas, para ocupar o tempo, a exemplo uma fofoca qualquer, diga-se de passagem uma simples fofoca as vezes, provocam efeitos terríveis, e por ai vai…

O tempo é as vezes é cruel, mas é ditoso.

Passamos por um tempo abruptamente tenebroso, um tempo sem sentimentos, vazio a vivenciadas pelas efemeridades. O Tempo perde o rumo para cair num precipício onde as máquinas são mais preferidas para matar o tempo; e a nós mesmo!

O Senhor nos deu um tempo para nós crescermos, evoluirmos e prosperar com dignidade. Mas não há como conquista-lo se não juntarmos os “tesouros” em nossos corações.

O homem caminha para traz.

Somos energia, a Física prova, as energias se atraem numa corrente de positividades ou negatividades, há dois caminhos faça a sua escolha,

A ciência diz a maior parte de nossos males é emocional obviamente brota do negativismos de nossas impressões e até um medicamento se não pormos fé, não dá resultado.