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Condeúba: Ângela Cruz desmente Naná, na Câmara de Vereadores

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Ângela Maria da Cruz Santos – Ex-Secretária de Ação Social de Condeúba

A Ex-Secretária de Assistência Social do Governo Guto (2013 a 2016), Ângela Maria da Cruz Santos, compareceu à última Seção da Câmara de Vereadores de Condeúba, dia 15/12/2017, para desmentir fatos citados pela Vereadora Nena, por ordem da atual Secretária de Assistência Social Marinalda Batista (Naná), cuja síntese publicamos a seguir: “Fui escolhida pelo então Prefeito José Augusto Ribeiro – Guto, para ocupar a pasta da Secretaria Municipal de Assistência Social, no período de 2013 a 2016. O desafio foi enorme, mas dediquei a minha vida para exercer o meu papel de Gestora Pública, à frente de uma secretaria tão importante para a maioria do povo Condeubense. Como faço na minha vida pessoal, prezei pelo respeito e ética para com todos, independentemente de partido político, religião ou classe social. A atual secretária ocupou esse cargo, pela primeira vez, na gestão do seu marido, ex-prefeito de Condeúba, nos anos de 2005 a 2012. Em 02 de janeiro de 2013, tivemos que, literalmente, “ocupar” a Secretaria, pois então destituída Secretária, se quer mandou fazer uma simples higienização, coisa que para mim considero mínima. Se a atual gestora tem memória curta, eu não, e tão pouco os membros que fizeram parte da comissão. Mas ao contrário da atual secretária, em 2016, fizemos uma transição transparente e legal, inclusive com a sua participação e dos seus auxiliares, como prova esta pasta que agora apresento, com todos os documentos do processo, a qual enviamos para o Tribunal de Contas dos Municípios e para o Ministério Público. Gostaria de levá-los a recordar que na gestão 2005/2012, o CRAS e Bolsa Família funcionavam em depósito onde encontramos tudo jogado as traças, empoeirado, cheio de lixo. Continue lendo Condeúba: Ângela Cruz desmente Naná, na Câmara de Vereadores

Documentos revelam que doleiro abriu conta secreta da família de Aécio Neves em paraíso fiscal

Documentos apreendidos pela Polícia Federal no apartamento de Norbert Muller e sua mulher, Christine Puschmann, no Rio de Janeiro – suspeitos de comandar uma das mais secretas e rentáveis “centrais bancárias clandestinas” do País -, revelam pastas com nomes de advogados, médicos, empresários, socialites, funcionários públicos, um ex-deputado e até um desembargador do Rio recém-aposentado.

Havia ali, especialmente, uma pasta-arquivo amarela, na qual o doleiro Muller escrevera a identificação “Bogart e Taylor”. De acordo com a Revista Época, era o nome escolhido por Inês Maria Neves Faria, mãe e sócia do senador Aécio Neves, do PSDB de Minas, então presidente da Câmara dos Deputados, para batizar a fundação que, a partir de maio de 2001, administraria o dinheiro da conta secreta 0027.277 no LGT.

Na terça-feira (15), veio a público a delação premiada do senador Delcídio do Amaral. Nela, entre muitas outras denúncias, Delcídio cita a conta em Liechtenstein. Aos procuradores, o senador disse que fora informado “pelo ex-deputado federal José Janene, morto em 2010, que Aécio era beneficiário de uma fundação sediada em um paraíso fiscal, da qual ele seria dono ou controlador de fato; que essa fundação seria sediada em Liechtenstein”.

Fonte: Brumado Noticias