O Sínodo para a Amazônia

* Levon Nascimento

Em outubro próximo ocorrerá o Sínodo para a Amazônia. De acordo com o portal A12, do Santuário de Aparecida, “o Papa reunirá no Vaticano, entre os dias 6 e 27 de outubro [de 2019], bispos dos nove países que abrangem a região Pan-Amazônica. Desse território, em números arredondados, 67% pertence ao Brasil, 13% ao Peru, 11% à Bolívia, 6% à Colômbia, 2% ao Equador e 1,1% à Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa”.

O sínodo é uma reunião eclesiástica prevista no Decreto Christus Dominus (n. 5, p. 244), do Concílio Vaticano II, que tem por objetivo discutir assuntos de interesse da Igreja e auxiliar o papa na tomada de decisões que passam a valer para todo o catolicismo.

No anúncio, em outubro de 2017, o Papa Francisco expressou que “o objetivo principal é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta”. Continue Reading

Filosofando

Por Edtattoo

o tempo nos mostra a reposta do que nos feriu, o transe em completar a linha que definimos como vida é a razão de ainda estarmos de pé. O mundo é invisível e essa definição da realidade define o tempo.

Nosso tempo é renúncia pelo que somos não perdemos ninguém, apenas observamos a mudança em transição de um para o outro lado, a linha de vida que nos devolve o trama também nos ensina na dor o sentido da vida.

Somos herdeiros do tempo e filhos de um só caminho, o espelho reflete aquilo que buscamos, e sem perceber nos entristecemos. devemos observar que a vida é apenas um espelho que nos reflete e ainda não se quebrou o espírito é eterno e continuará sendo.

A penas pensando

Por  Editattoo

O homem precisa da transformação na qual evoluirá o interior, pois a ciência não logrou modificar o caráter humano, nós procuramos a evolução pela simples característica do evoluir, pelo “ego”, tornamos escravos da liberdade ilusória decadente de tudo que vemos, é triste observar os jovens de hoje, as paixões desenfreadas, os pântanos da ignorância humana e, a busca pela beleza exterior no qual nos possibilita fazer parte de uma sociedade materialista e consumista.

Fico feliz quando vejo projetos “como seu” (O povo em busca do bem comum), que faça essa inversão de valores e leve o jovem à uma busca interior afim de descobrir a sua consciência, pois um homem sem busca é um ser sem alma. A vida é muito mais do que está de pé, e ser feliz é saber quem você é, e não quem quer que você seja.

Já que somos de outros tempos, devemos acrescentar a esse tempo atual grandes coisas. Pois, todos nós somos transformadores da realidade de muitos outros, os que vieram antes trouxeram uma evolução necessária, para que hoje o homem se desprenda das correntes. Por hora sejamos livres, libertemos e continuemos a pensar, uma grande mente precisa expor tudo o que ver para que se torne exemplo.

ARTIGO DE OPINIÃO: Qual política?

* Levon Nascimento

Mestre Levon Nascimento

Muita gente nem quer ouvir falar de política, pois não aguenta mais tanta polarização, picuinha, xingamento e mediocridade.

Já outros adoram ver o circo pegar fogo, intrigas e revelações, traições e quedas, ambições e perdição.

Há também quem acredita que pela política se pode transformar o mundo em lugar melhor e os seres humanos em pessoas civilizadas.

Eu acredito que a política está em tudo, nas relações humanas e na tomada de decisões, seja para o coletivo ou para o individualismo.

É óbvio que há luta de classes. Isso não é uma invenção. É algo constatável. Um exemplo é que a patroa sempre vai querer que a empregada doméstica trabalhe mais e aceite receber menos. A política, enquanto controle do papel do Estado, teria a missão de regular essa relação entre a patroa e a empregada, impedindo que a primeira espolie a segunda, pois é inegável o desnível de poder entre ambas. Continue Reading

A Didática na Instituição de Ensino

Por Vandecleito Soares de Avelar

Há tempos o modelo tradicional de ensino se mostra desmotivador para os alunos, e promover seu engajamento tem sido um dos principais desafios impostos aos professores e à comunidade em geral. A escola é na atualidade um amplo espaço para experimentação e prática do conhecimento. Além de um ambiente colaborativo de aprendizagem, possibilitando maior interação entre os estudantes e professores no processo de ensino-aprendizagem, algo inerente à proposta das chamadas metodologias ativas de ensino. A ideia é que os alunos podem construir, os mais diversos tipos de objetos de aprendizagem e projetos com suas próprias mãos, tendo coragem e iniciativa.

A didática, na perspectiva da mediação, promove e amplia o desenvolvimento das capacidades intelectuais dos alunos por meio dos conteúdos. Conforme a teoria histórico-cultural, formulada inicialmente pelo psicólogo e pedagogo russo Lev Vygotsky, o objetivo do ensino é o desenvolvimento das capacidades mentais e da subjetividade dos alunos através da assimilação consciente e ativa dos conteúdos, em cujo processo se leva em conta os motivos dos alunos. Continue Reading

“Lei da Mordaça”

Por Oclides da Silveira, Jornalista MTPS nº 5910/BA – Publicado na Folha de Condeúba em 03/12/2014.

Oclides Ribeiro da Silveira – Jornalista da Folha de Condeúba

A Lei da mordaça era aplicada na época da “Ditadura” comandada pelos Governos dos Militares que durou por 20 anos aqui no Brasil, teve seu início em 31 de março de 1964 e findou com a eleição de Tancredo Neves, que nem chegou assumir o cargo por ter morrido, tomando posse o seu vice-presidente eleito José Sarney.

Naquele período tudo era controlado pelo Governo Militar com mãos de ferro, não havia o direito do cidadão se expressar livremente como agora. Com o regime democrático implantado, tudo mudou e tem ido até que muito bem, porém, há certos setores e pessoas na administração pública, que ainda cultua essa prática nefasta de botar a “Mordaça” nas pessoas.

É como a escravidão, que a Princesa Isabel anunciou à população Brasileira, que a partir daquele dia 13 de maio de 1888 tinha acabado a escravidão dos negros, no entanto, ela continua até os dias de hoje, e muitas vezes em piores condições.

Pois bem, essa lei da ”Mordaça” ainda é aplicada em diversas administrações, onde os Prefeitos ditam as regras do jogo, quem não cumpri-las será chamado a sua atenção e se persistir falando ou agindo, aí sim, serão punidos, retirando das pessoas seus benefícios, e os colocam numa situação de ridículo perante seus colegas de trabalho.

As pessoas estão acuadas, por serem vigiadas constantemente, não podem participar de movimentos, mesmo que sejam aqueles de reivindicações salariais, ou melhorias no seu local de trabalho. Não podem falar nada, que tem sempre alguém pago com dinheiro público do seu lado para lhe dedurar ao seu chefe imediato e até mesmo ao Prefeito.

Da mesma forma acontece nos Legislativos, essa prática é quase que de forma unânime nas Câmaras Municipais dos pequenos municípios, onde os vereadores da situação não têm o direito de livre expressão, são obrigados a votar da maneira que o Prefeito do seu grupo político determinar, contrariando até mesmo o pensamento e a vontade dos seus eleitores.

Além da aplicabilidade da “Lei da Mordaça”, acompanha também a famosa, “Lei é dando que se recebe”. Em quanto isso, a necessidade e a vontade do povo vai ficando relegada a segundo plano. Mesmo assim, seguimos em frente dando viva a democracia e também ao povo Brasileiro!!!

A miséria humana

Por Nando da Costa Lima

Tem coisa que a gente escreve há mais de duas décadas e fica torcendo para que as coisas melhorem, mas infelizmente a cada ano fica mais atual… É uma pena! Que pena que nada, a culpa é nossa mesmo que concordamos com tudo de cabeça baixa. A sorte é que ainda existem os religiosos e alguns órgãos filantrópicos realmente sérios, pois se nosso país só dependesse dos tecnocratas nós estaríamos fodidos e meio. Aqui em Conquista viveu uma senhora cujo único erro foi não ter deixado um livro intitulado “A ARTE DE SER GENTE”. O nome dela era Dalva Flores (Santa Dalva). Esta mulher foi um dos maiores exemplos de altruísmo que Conquista teve a sorte de abrigar. ”Salve a Senhora da bondade!” Continue Reading

CIRCO ESCOLA

Por Thiago Braga

Desde cedo aprendemos a regra “brincar de brincar”. Como? Observando tudo à nossa volta, criando gosto pelo ambiente sadio, limpo e agradável. Coisa de criança? Não, de pessoa civilizada e bem educada. Lembrando ser a infância o período que se pode construir “castelos de areia”. A escolha da boneca, do ursinho de pelúcia, da bola, do carrinho de plástico. Uma larga influência que, por certo, há de refletir na futura personalidade.

A título de ilustração, podemos citar as companhias de circo, “sempre” a serviço do humor. Trabalho artístico que faz a junção entre o sonho e a realidade num único lugar. Opera, de forma positiva, no imaginário popular. Espécie de “fio condutor” que nos liga ao universo da fantasia. Transmite o “recado” por onde passa, nunca deixando o público fadado ao esquecimento. Inova, ajusta, mantém viva a tradição circense. Qualidade esta, que não tem preço.

Por esse motivo, o circo implementa a educação de crianças, jovens e adultos. Possui presença robusta no cenário nacional. Embora tenha enfraquecido um pouco, em virtude do progresso, vemos a “arte que nunca sai de moda”. Razão que o torna condignamente aceito no dia a dia dos (a) brasileiros (a). A tenda multicor cercada de brilho e alegria. Acessível ao cidadão de baixa renda. Presente “caro” para a sociedade exigente. Saibamos, pois, valorizá – lo!

EUCALIPTO É FONTE DE RENDA NA REGIÃO

Por Thiago Braga

Colunista da Folha de Condeúba – Thiago Braga

Não é a toa que vemos imensas quadras de terra “forradas” com “pés” de eucalipto. Trata – se de árvore de porte, pesada e que resiste a seca. Passa dias e dias sem uma gota d’ água sequer para regá – la. Dessa forma, representa bom negócio para pequenos e médios produtores rurais. Requer mão de obra, habilidade e intensa atividade agropastoril. Chama atenção o verde – escuro da folhagem, podendo parecer “florescente” aos raios solares.

O homem do campo, no afã de ganhar tempo e dinheiro, adere para o uso de máquinas agrícolas. Por eesta razão particular, o eucalipto continua sendo a “menina dos olhos” dos agricultores. Exige cuidados especiais, no traquejo de “mexer” com o solo. A madeira polida também é utilizada para fabrico de móveis depois de desembaraçada na serraria. Essência pura, alva e consistente. Matéria prima de primeira qualidade. Essa mesma ação condiz com o potencial econômico da nossa região.

O PAPEL DO VEREADOR NA BUSCA PELOS INTERESSES DO MUNICÍPIO

Por Thiago Braga

Em qualquer lugar onde haja democracia existe, por excelência, eleição livre. A escolha do (a) candidato (a) dar – se – à por meio do voto secreto. Vereadores, em sentido estrito, compõem a mesa de trabalhos no Poder Legislativo Municipal. O mandato dura 4 anos e durante esse período compreende – se as funções de cunho social. Precisa cumpri – las ao “pé da letra”, engrossando a responsabilidade oferecida no dia da votação, conforme vontade popular. É propor ideias, mudanças, emendas, projetos para apreço dos colegas, sobretudo conhecendo de perto o que acontece do “lado de fora”.

Devem ser eles “zeladores” do nosso direito, consoante deveres atribuídos em lei. Como é sabido, na maioria das vezes, tornam – se meras figuras de “enfeite” na chamada “casa do povo”. O contribuinte não pode ficar calado. “Toma lá, dá cá”. Tal manifesto deve ganhar corpo e forma, resgatando a auto estima do cidadão de modo geral. Você nobre vereador (a), tem uma tarefa de vital importância frente aos destinos da comuna. Ficar de “braços cruzados” vendo a “nega do leite passar”?! O cargo lhe será tirado, por falta de compromisso, pois a população carece de respeito, atenção e dignidade. O munícipe, alguém ativo, inteligente e palpitante. Participe, cobre, fiscalize!