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“Todos vão pagar”, afirma árbitro agredido no Intermunicipal

ArbitroApós ser agredido durante a partida entre Eunápolis e Teixeira de Freitas, pela 5ª rodada do Intermunicipal 2017, o árbitro Leonardo Oliveira de Carvalho, natural da cidade de Itapetinga, falou sobre a violência praticada por alguns jogadores e membros da comissão técnica do Teixeira. Atingido com socos e pontapés, o árbitro que já registrou o caso na Delegacia de Policia de Teixeira de Freitas, promete ir até as últimas consequências para que os agressores sejam punidos. Confira:

Boa noite a todos!

Só agora estou podendo responder aqui no grupo! Eu graças a Deus já estou bem!

Já fui ao Hospital ser medicado e quando sair fui a delegacia a Delegada já mim ouviu e eu narrei tudo o que aconteceu falando o números de todos que mim agrediram e o nome completo!
Agora estou aqui novamente no Hospital pois já fiz o raio x e estou esperando o médico mim dá o laudo!

E amanhã irei voltar para a delegacia pois irei fazer o corpo de delito e já contei o ocorrido para meu Advogado e irei levar para o Fórum! TODOS ELES VÃO PAGAR! Irei até o fim com isso!
Isso não irá ficar em pune não!!!

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Após ignorar ‘cantada’, professora leva soco no rosto

Mais uma mulher foi vítima da violência no Recife. O último caso aconteceu na tarde da sexta-feira (9), nas imediações da Praça do Derby, na área central do Recife. Segundo o relato da professora Brunna Dias Ribeiro no Facebook, ela recebeu um soco no olho após ignorar um assédio recebido.

A professora conta que passou por três rapazes e um deles começou a soltar “gracinhas” para ela. Ela não respondeu e seguiu andando, momento em que o homem se aproximou dela e desferiu um soco em seu rosto. “Caí no chão. Ele achou pouco e me bateu novamente.

Sacudiu todo o conteúdo da minha bolsa no chão, roubou todo o dinheiro que estava na minha carteira e depois saiu correndo com os outros dois rapazes”, diz em seu texto, destacando que ninguém fez nada para ajudar.

A professora lembra que apenas um dos rapazes chegou a questionar o agressor, indagando se ele estava “doido”. Para a professora, a sensação de impotência foi absoluta. “Todo santo dia algum homem passa dos limites e agride ou mata uma mulher.

Todo santo dia a gente assiste calado ao vizinho que bate na mulher, ao sobrinho que grita com a namorada, ao pai que bate na esposa”, lamentou.