Falta trabalho para 27,6 milhões de pessoas no Brasil, aponta IBGE

Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O total de pessoas em situação de desalento, ou seja, que desistiu de procurar trabalho, subiu para 4,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2018. Isso é o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É o maior número de desalentados da série histórica da Pnad, iniciada em 2012. No primeiro trimestre, o país contava com 4,6 milhões de desalentados. No segundo trimestre de 2017, eram 4 milhões de pessoas nessa situação. Também é considerado desalentado a pessoa que ficou fora da força de trabalho por não conseguir ocupação adequada, não ter experiência ou qualificação para as vagas ofertadas, ser considerado muito jovem ou muito velho ou por não haver trabalho na localidade em que mora.

O porcentual de pessoas desalentadas ficou em 4,4% no segundo trimestre, a maior da série histórica. Entre as unidades da federação, Alagoas (16,6%) e Maranhão (16,2%) tiveram a maior taxa de desalento. As menores foram as do Rio de Janeiro (1,2%) e Santa Catarina (0,7%).

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