Conquista: com servidores em greve há 17 dias, Herzem interrompe negociações

HerzemCom os servidores municipais em greve há pelo menos 17 dias, o prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão (PMDB), disse que as negociações com os sindicatos estão encerradas. Em nota divulgada no site da Prefeitura, o peemedebista afirmou que “depois de estabelecer diálogo contínuo e apresentar as propostas aos sindicatos, em mesas de negociações gerais e por categorias, essas últimas lideradas pelo próprio prefeito, a Prefeitura comunica que chegou ao limite legal de concessão de reajuste”, e acrescentou que enviará â Câmara Municipal um projeto com o reajuste sugerido pelo município.

“Reajuste de 25% no vale-alimentação; estudo para implantação de plano de saúde, com contrapartida da Prefeitura; início dos projetos para implantação do Programa Habitacional para servidores; garantia de pagamento da primeira parcela do décimo terceiro até 20 de junho”, prossegue a nota. “Além dessas propostas, o Governo também reavaliou os cálculos e, dentro do limite, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal, propôs às categorias um aumento de 5% escalonado, sendo 2% imediato e 3% no mês de setembro”.

Em entrevista a uma rádio local, o professor Adair Aparecido soltou o verbo ao dizer que o prefeito precisa ter “a hombridade de receber a Comissão de Negociação”. “Um apelo ao prefeito para que ele quanto chefe do Poder Executivo que ele tenha a hombridade de receber a Comissão de Negociação, seja para dizer sim, seja para dizer não e que através da mídia não é o espaço adequado para se estabelecer o diálogo, para se estabelecer a conversa. A gente quer acreditar que o prefeito de Vitória da Conquista é de diálogo e que ainda essa semana, que ainda hoje ele chame o SINDACS, chame o SIMMP, chame o SINSERV, para ter uma conversa olho no olho”, disse.

De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserv), os servidores pedem reajuste de 10%, e o Sindicato do Magistério Municipal Público informou que os professores pedem o reajuste anual da lei do piso, de 7,46%.

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