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PIS/PASEP: Abono Salarial ano-base 2017 já começou a ser pago

Os pagamentos do Abono Salarial do PIS/Pasep ano-base 2017 começou a ser liberados nesta quinta-feira (26) em todo o país. Uma escala foi montada para evitar tumultos nas agências bancárias e garantir que os trabalhadores sejam atendidos com agilidade. Os primeiros a receber o benefício serão os empregados da iniciativa privada nascidos em julho e os servidores públicos com final de inscrição zero (veja as datas dos demais pagamentos na tabela abaixo). A previsão é de que 24,4milhões de trabalhadores recebam o Abono Salarial de 2017. O valor destinado a esses pagamentos é de R$ 18,1 bilhões.

O Abono Salarial é financiado por recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é vinculado ao Ministério do Trabalho, mas mantido principalmente pelas contribuições mensais de empresas e órgãos públicos. Ele é pago todos os anos aos trabalhadores que se enquadram nas regras do PIS/Pasep como complemento de renda.

Para ter direito ao benefício é necessário ter trabalhado formalmente durante pelo menos 30 dias no ano-base (neste caso, 2017), com renda mensal média de até dois salários mínimos. Além disso, é preciso estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados declarados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Continue lendo PIS/PASEP: Abono Salarial ano-base 2017 já começou a ser pago

CEASA – MESA CHEIA TODO DIA

Por Thiago Braga

O CEASA, mercado permanente de frutas, verduras e legumes, atua há mais de 15 anos em nossa região, abastecendo o comércio com produtos alimentícios. Obedece controle de qualidade. A dona de casa acha de tudo: da banana nanica ao couve – flor. Sem abrir mão de novidades como batata lavada, maçã pérola e alho roxo agranel.

Traz algumas iguarias, como o pequi na casca (Norte de Minas), em época de grande volume do fruto colhido nos gerais. Mel de abelha, extraído na própria colmeia, cujo valor varia entre R$ 20 e R$ 30 reais a garrafa. O centro regional de distribuição, funciona todos os dias, exceto domingos e feriados, atendendo freguesia em geral.

Trabalha também com a parte de açougue. A vigilância sanitária acompanha os serviços de abate, armazenamento e entrega das peças de carne fresca. Zela pelas boas condições de higiene do local: uso de luva, máscara e temperatura ambiente para conservação do produto. O CEASA vende ovos de granja, mudas de flores e tempero caseiro. Confiança gera confiança.

Número de brasileiros que fazem bicos sobe para 64% em 2018

Foto: Agência Estado/Veja

Mais de 6 em cada 10 brasileiros apelaram para o bico para complementar a renda no primeiro semestre deste ano. Estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o número de pessoas que recorreram a alguma forma de trabalho extra subiu de 57%, no mesmo período do ano anterior, para 64% em 2018.

Entre as classes C, D e E, a proporção salta para 70%. De acordo com a Veja, o levantamento mostra também que, no primeiro semestre deste ano, 83% dos consumidores fizeram cortes para driblar a crise, como refeições fora de casa, lazer, compra de roupas, calçados e acessórios e também de itens supérfluos em supermercados, como carnes nobres, congelados, iogurtes e bebidas. Mais da metade dos brasileiros (51%) acredita que as condições gerais da economia pioraram ao longo deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

Brasil fecha primeiro semestre com 63,6 milhões de consumidores inadimplentes

Fonte: CNDL/CDL (Conteúdo)

Cada inadimplente brasileiro tem em média duas dividas em aberto. Pendências que mais cresceram em junho foram as contraídas em instituições financeiras; Dívidas no comércio feitas via crediário caem 9,24% em junho

A lenta recuperação econômica não tem colaborado para a queda da inadimplência no país. De acordo com dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o volume de consumidores com contas em atraso e registrados em cadastros de devedores acelerou no último mês de junho, ao crescer 4,07% na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se da nona alta consecutiva na série histórica do indicador. A última vez que a inadimplência apresentou recuou foi em novembro de 2017 (-0,89%). Ao todo, o SPC Brasil e a CNDL estimam que o país concluiu o primeiro semestre deste ano com aproximadamente 63,6 milhões de brasileiros com o CPF restrito em virtude de atrasos no pagamento de contas. Esse dado representa 42% da população adulta do país.O indicador ainda revela que na comparação mensal – ou seja, passagem de maio para junho, sem ajuste sazonal-, houve um crescimento de 0,61% no volume de consumidores inadimplentes – foi a maior variação positiva desde março deste ano. Continue lendo Brasil fecha primeiro semestre com 63,6 milhões de consumidores inadimplentes

44% dos brasileiros já usaram o nome de outra pessoa para fazer compras a prazo

Fonte: CNDL/CDL (Conteúdo)

Embora tenham contado com ajuda financeira de terceiros, 48% disseram que eles próprios se negariam emprestar seus nomes a alguém; maioria pediu dinheiro porque passou por imprevisto ou estava com ‘nome sujo’

Em tempos de crise e de crédito mais escasso, pedir o nome emprestado para realizar compras é a saída que muitos brasileiros encontram para não deixar de consumir. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais revela que essa prática não é incomum no país. Em cada dez brasileiros, quatro (44%) já pediram o nome emprestado a outras pessoas para fazer compras a crédito – principalmente as pessoas das classes C, D e E (48%) e as mulheres (49%). Os que disseram nunca terem lançado mão dessa atitude somam 56% dos entrevistados.

De acordo com o estudo, a prática é utilizada, principalmente, pelos consumidores que passaram por situações de emergência e não contam com uma reserva financeira (27%) ou pelos que estão com o nome inscrito em cadastros de devedores (22%). Outras razões ainda mencionadas são o crédito negado (16%) e o limite estourado do cartão de crédito (13%). Continue lendo 44% dos brasileiros já usaram o nome de outra pessoa para fazer compras a prazo

Noticias: Senado aprova projeto que aumenta potência das rádios comunitárias

Plenário aprovou nesta terça-feira (10) o Projeto de Lei do Senado (PLS) 513/2017, que aumenta a potência de transmissão para rádios comunitárias. A proposta segue para a Câmara dos Deputados.

Marcos Oliveira/Agência Senado

A proposta estabelece aumento da potência para até 150 watts, com altura irradiante não superior a 30 metros e possibilidade de acesso a dois canais específicos em nível nacional para as emissoras em frequência modulada. O relator da matéria, senador Otto Alencar (PSD-BA), destacou que houve acordo com as lideranças partidárias para aprovação do projeto. Antes de iniciada a votação, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, também anunciou a retirada de dois requerimentos para exame do texto por outras comissões.

Potência

O texto original do projeto previa que a potência das rádios comunitárias seria aumentada de 25 para até 300 watts, com três canais designados, em vez de um, para a execução de radiodifusão comunitária voltada a uma comunidade, bairro ou vila.

O autor do projeto, senador Hélio José (Pros-DF), argumenta que o aumento da potência é necessário devido à grande diversidade geográfica do Brasil. Para ele, 25 watts são insuficientes para operação nas áreas de população esparsa, particularmente na zona rural. A ideia é viabilizar o serviço em regiões rurais, nas quais a cobertura de uma única comunidade, com moradias dispersas, exige alcance maior que o atualmente estabelecido. Segundo ele, a atual potência atinge até um quilômetro de raio de cobertura, limitando e restringindo o alcance da rádio, muitas vezes menor do que seu público potencial.

Caberá à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabelecer a potência autorizada para cada rádio comunitária para preservar a característica da cobertura restrita do serviço. A alteração possibilita a cobertura de múltiplas comunidades, bairros ou vilas pela mesma rádio comunitária, o que desvirtuaria a essência desse serviço, destaca Hélio José. Continue lendo Noticias: Senado aprova projeto que aumenta potência das rádios comunitárias

Veja quem consegue ganhar aposentadoria maior do INSS

Clayton Castelani
do Agora (Reprodução)

O maior desejo do segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é ganhar uma aposentadoria que não diminua tanto a sua renda. Para que isso ocorra, basta se programar e chegar às condições que garantam a maior aposentadoria possível conforme seu perfil profissional.

O Agora mostra hoje as regras da Previdência e quais são os trabalhadores que conseguem ganhar valores iguais à média salarial ou, até mesmo, acima dela.

Para quem está de olho na renda integral, há alguns caminhos. Um deles é pedir a aposentadoria por idade com um número maior de contribuições. Hoje, esse benefício é concedido com 15 anos de recolhimentos ao INSS para quem completa 60 anos (mulher) ou 65 anos (homem).

O cálculo da renda mensal desse benefício parte de 70% da média salarial do trabalhador, com acréscimo de 1% a cada ano de contribuição. Ao atingir os 15 anos mínimos, a renda inicial será de 85% sobre a média e, com 30 anos de INSS, é possível receber 100%, sem nenhum desconto sobre a renda.

Economia e Mercado: Com paralisação de caminhoneiros, inflação de junho é a maior em mais de dois anos

A inflação fechou junho em 1,26%, bem acima da taxa de 0,4% registrada em maio, informou o IBGE nesta sexta-feira (6).

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o maior desde janeiro de 2016, quando foi registrada alta de 1,27%, e o maior para um mês de junho desde 1995 (2,26%).

É também a primeira vez desde janeiro de 2016, quando registrou 1,27%, que o índice fica acima de 1%.

Com índice de 2,03%, o grupo de alimentação e bebidas foi o que mais influenciou o resultado. As principais altas foram do leite longa vida (de 2,65% em maio para 15,63% em junho) e do frango inteiro (de -0,99% em maio para 8,02% em junho).

Segundo o IBGE, a alta em junho foi reflexo da paralisação dos caminhoneiros ocorrida no final de maio.

Dos nove grupos investigados pela pesquisa, apenas vestuário, com índice de -0,16%, obteve deflação em junho.