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44% dos brasileiros já usaram o nome de outra pessoa para fazer compras a prazo

Fonte: CNDL/CDL (Conteúdo)

Embora tenham contado com ajuda financeira de terceiros, 48% disseram que eles próprios se negariam emprestar seus nomes a alguém; maioria pediu dinheiro porque passou por imprevisto ou estava com ‘nome sujo’

Em tempos de crise e de crédito mais escasso, pedir o nome emprestado para realizar compras é a saída que muitos brasileiros encontram para não deixar de consumir. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais revela que essa prática não é incomum no país. Em cada dez brasileiros, quatro (44%) já pediram o nome emprestado a outras pessoas para fazer compras a crédito – principalmente as pessoas das classes C, D e E (48%) e as mulheres (49%). Os que disseram nunca terem lançado mão dessa atitude somam 56% dos entrevistados.

De acordo com o estudo, a prática é utilizada, principalmente, pelos consumidores que passaram por situações de emergência e não contam com uma reserva financeira (27%) ou pelos que estão com o nome inscrito em cadastros de devedores (22%). Outras razões ainda mencionadas são o crédito negado (16%) e o limite estourado do cartão de crédito (13%). Continue lendo 44% dos brasileiros já usaram o nome de outra pessoa para fazer compras a prazo

Noticias: Senado aprova projeto que aumenta potência das rádios comunitárias

Plenário aprovou nesta terça-feira (10) o Projeto de Lei do Senado (PLS) 513/2017, que aumenta a potência de transmissão para rádios comunitárias. A proposta segue para a Câmara dos Deputados.

Marcos Oliveira/Agência Senado

A proposta estabelece aumento da potência para até 150 watts, com altura irradiante não superior a 30 metros e possibilidade de acesso a dois canais específicos em nível nacional para as emissoras em frequência modulada. O relator da matéria, senador Otto Alencar (PSD-BA), destacou que houve acordo com as lideranças partidárias para aprovação do projeto. Antes de iniciada a votação, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, também anunciou a retirada de dois requerimentos para exame do texto por outras comissões.

Potência

O texto original do projeto previa que a potência das rádios comunitárias seria aumentada de 25 para até 300 watts, com três canais designados, em vez de um, para a execução de radiodifusão comunitária voltada a uma comunidade, bairro ou vila.

O autor do projeto, senador Hélio José (Pros-DF), argumenta que o aumento da potência é necessário devido à grande diversidade geográfica do Brasil. Para ele, 25 watts são insuficientes para operação nas áreas de população esparsa, particularmente na zona rural. A ideia é viabilizar o serviço em regiões rurais, nas quais a cobertura de uma única comunidade, com moradias dispersas, exige alcance maior que o atualmente estabelecido. Segundo ele, a atual potência atinge até um quilômetro de raio de cobertura, limitando e restringindo o alcance da rádio, muitas vezes menor do que seu público potencial.

Caberá à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabelecer a potência autorizada para cada rádio comunitária para preservar a característica da cobertura restrita do serviço. A alteração possibilita a cobertura de múltiplas comunidades, bairros ou vilas pela mesma rádio comunitária, o que desvirtuaria a essência desse serviço, destaca Hélio José. Continue lendo Noticias: Senado aprova projeto que aumenta potência das rádios comunitárias

Veja quem consegue ganhar aposentadoria maior do INSS

Clayton Castelani
do Agora (Reprodução)

O maior desejo do segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é ganhar uma aposentadoria que não diminua tanto a sua renda. Para que isso ocorra, basta se programar e chegar às condições que garantam a maior aposentadoria possível conforme seu perfil profissional.

O Agora mostra hoje as regras da Previdência e quais são os trabalhadores que conseguem ganhar valores iguais à média salarial ou, até mesmo, acima dela.

Para quem está de olho na renda integral, há alguns caminhos. Um deles é pedir a aposentadoria por idade com um número maior de contribuições. Hoje, esse benefício é concedido com 15 anos de recolhimentos ao INSS para quem completa 60 anos (mulher) ou 65 anos (homem).

O cálculo da renda mensal desse benefício parte de 70% da média salarial do trabalhador, com acréscimo de 1% a cada ano de contribuição. Ao atingir os 15 anos mínimos, a renda inicial será de 85% sobre a média e, com 30 anos de INSS, é possível receber 100%, sem nenhum desconto sobre a renda.

Economia e Mercado: Com paralisação de caminhoneiros, inflação de junho é a maior em mais de dois anos

A inflação fechou junho em 1,26%, bem acima da taxa de 0,4% registrada em maio, informou o IBGE nesta sexta-feira (6).

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o maior desde janeiro de 2016, quando foi registrada alta de 1,27%, e o maior para um mês de junho desde 1995 (2,26%).

É também a primeira vez desde janeiro de 2016, quando registrou 1,27%, que o índice fica acima de 1%.

Com índice de 2,03%, o grupo de alimentação e bebidas foi o que mais influenciou o resultado. As principais altas foram do leite longa vida (de 2,65% em maio para 15,63% em junho) e do frango inteiro (de -0,99% em maio para 8,02% em junho).

Segundo o IBGE, a alta em junho foi reflexo da paralisação dos caminhoneiros ocorrida no final de maio.

Dos nove grupos investigados pela pesquisa, apenas vestuário, com índice de -0,16%, obteve deflação em junho.

Inclua trabalhos antigos e antecipe a aposentadoria

Larissa Quintino
do Agora (Reprodução)

Os segurados com contribuições ao INSS antes de 1976 podem encontrar dificuldades em incluir esse períodos na hora de pedir a aposentadoria.

Por mais que os valores não entrem no cálculo, usar essas contribuições mais antigas pode garantir até mesmo a antecipação da aposentadoria.

Para isso, é preciso ter em mãos a documentação que comprove o tempo trabalhado.

Essa dificuldade ocorre porque, até 1975, o instituto considerava como registro apenas as anotações na carteira de trabalho.

Um ano depois, a Rais (Relação Anual de Informações Sociais) foi criada e, até hoje, as empresas são obrigadas a informar os dados dos funcionários ao Ministério do Trabalho.

Quem perdeu a carteira de trabalho, por exemplo, ou tem algum período sob suspeita pode ter dor de cabeça para garantir esse reconhecimento do período anterior à Rais.

Atualmente, o Cnis (Cadastro Nacional de Informações Sociais) armazena esses dados antigos da Rais e, desde 1989, quando foi criado, é o principal documento usado na hora de conceder a aposentadoria.

46% dos usuários do cheque especial recorrem ao limite todos os meses

Fonte: CNDL/ CDL (Reprodução)

Pesquisa mostra que maioria não buscou outra alternativa de crédito antes de entrar no limite do banco; 63% desconhecem o valor dos juros cobrados. Uso foi destinado, principalmente, a cobrir imprevistos com saúde e pagar dívidas

Assim como o cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais populares entre os consumidores brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país revela que 17% dos consumidores recorreram ao cheque especial nos últimos 12 meses ― sobretudo as classes A e B (29%) ―, sendo que quase a metade (46%) possui o hábito de entrar todos os meses e 20% a cada dois ou três meses. Por outro lado, 80% afirmam não ter usado o limite neste período.

Seu uso teve como principais finalidades cobrir imprevistos com doenças e medicamentos (34%), quitar dívidas em atraso (23%) e realizar manutenção de automóveis ou motos (18%). Outros 17%, entraram no cheque especial por descontrole no pagamento das contas. A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que o fato do serviço não exigir qualquer tipo de burocracia ou garantia acarreta no alto custo de uso. “Sem perceber, muitos entram no limite por achar que o recurso faz parte do seu saldo bancário. E no fim das contas, acabam pagando juros altos”, ressalta. Continue lendo 46% dos usuários do cheque especial recorrem ao limite todos os meses

Vitória da Conquista/Condeúba: Projeto Biscoito Caseiro visa fortalecer a cadeia produtiva da região

Na quinta-feira (28), as instituições se reuniram para dar continuidade ao Projeto do Biscoito Caseiro de Vitória da Conquista. O Projeto visa incentivar e fortalecer toda a cadeia produtiva do biscoito caseiro, produto típico de Vitória da Conquista e cidades circunvizinhas, bem como gerar negócios e promover as cidades da microrregião. O projeto tem, ainda, o objetivo de fazer com que a microrregião de Vitória da Conquista seja uma referência nacional em biscoito caseiro.

Bruno Cruz ( técnico do Sebrae) , explica que as instituições que pactuaram a participação no Projeto foram divididas em sete grupos de trabalho: comunicação, associativismo, gestão, crédito, mão de obra, tecnologia e mercado. “Cada um desses grupos pensou em uma lógica de contribuição das entidades parceiras dentro de cada um desses temas. Por exemplo, as instituições financeiras se uniram e pensaram em um tipo de linha de crédito voltada para o biscoito. Ou seja, cada grupo tem pensado soluções para que cada entidade, dentro de sua missão, possa contribuir com o Projeto”.As reuniões são os primeiros passos para traçar estratégias que possam promover e dar visibilidade nacional ao biscoito caseiro. Foram apresentadas as ações que serão realizadas nos próximos três meses. A intenção é que haja reuniões mensais para monitorar ações e pensar futuras estratégias. O próximo encontro deve acontecer no dia 11 de julho.

O Projeto Biscoito Caseiro é uma iniciativa do Sebrae e do Movimento PróConquistas, e conta com a participação do Banco do Brasil, Caixa Econômica, Sicoob, Desenbahia, Banco do Nordeste, TV Sudoeste, Faculdade Fainor, Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores de Condeúba, Alfam Consultoria, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Associação Industrial de Vitória da Conquista (AINVIC), Efetiva Tecnologia, Cooperativa Mista Agropecuária de Pequenos Agricultores do Sudoeste da Bahia (Coopasub), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Instituto Federal da Bahia (IFBA).

Selo único para comercializar produtos artesanais agora é lei

 

da Redação
Fonte: Agência Sebrae de Notícias Bahia / CDL (Conteúdo)

Produtos de origem animal elaborados por agroindústrias artesanais, antes restritos ao estado, poderão ser comercializados em todo o país

A partir desta sexta-feira (15/06), está assegurada a comercialização, em todo o pais, de produtos alimentícios de origem animal confeccionados artesanalmente. A Lei 13.680 (14/06), publicada hoje no Diário oficial da União, criou o selo denominado Arte, a ser concedido por órgãos de saúde pública em cada estado aos produtores artesanais, facilitando e ampliando as possibilidades de comercialização desse produtos no território nacional.

Na prática, a Lei corrige uma distorção da legislação vigente, desburocratiza a inspeção sanitária de produtos artesanais e fomenta o comércio interestadual. Ela altera a Lei nº 1.283, ainda de 1950, padroniza exigências e proporciona a necessária transparência à fiscalização de produtos de origem animal, pescados, leite, ovos, mel e cera de abelhas, atestando sua procedência e de seus derivados.

A inclusão do selo “ARTE” depende de regulamentação local do produto artesanal, o que não exclui a inspeção ou fiscalização pelas respectivas autoridades sanitárias. Esse é um modelo que deu certo na Europa, especialmente em países como Espanha, Portugal, Itália e França. “Os pequenos produtores se fortalecem e os órgãos de fiscalização se mantêm mais próximos, facilitando a comercialização de produtos de qualidade, que observam as normas sanitárias”, explica a diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae, Heloisa Menezes.

As pequenas agroindústrias artesanais de alimentos têm propiciado significativo incremento na renda de famílias rurais, em decorrência da demanda crescente por produtos alimentícios diferenciados e com selo da tradição histórica. Conquistas como essa vão ao encontro das causas defendidas pelo Movimento #EuApoioProdutoArtesanal, iniciativa do Sebrae que responde à demanda do segmento, visando à redução da burocracia e dos entraves à comercialização enfrentados pelos produtores de alimentos artesanais, bem como das pequenas agroindústrias.

O movimento #euapoioprodutoartesal tem como diretrizes a transparência dos procedimentos de regularização, a disponibilização de instrumentos norteadores do processo de regularização e licenciamento sanitário; racionalização, simplificação e padronização dos procedimentos. Também busca proteção à produção artesanal a fim de preservar costumes, hábitos e conhecimentos tradicionais, além do fomento de políticas públicas e programas de capacitação para os pequenos negócios rurais, como forma de diminuir ou prevenir riscos à saúde e promover a segurança sanitária.

Pesquisa Sebrae – A qualidade dos produtos oferecidos pelos pequenos produtores rurais é o principal diferencial na decisão de compra do brasileiro, de acordo com a pesquisa “Imagem dos Pequenos Negócios Rurais”, realizada pelo Sebrae junto à sociedade. No total, 69% dos entrevistados disse consumir produtos artesanais, sendo que os legumes e verduras são os mais comercializados (54%), seguidos por laticínios, frutas e carnes. A pesquisa contou com a participação de 1.133 pessoas pela internet.

O mesmo estudo aponta que a confiança na qualidade dos produtos produzidos pelos pequenos produtores artesanais chega a 8 (nota 0 a 10), enquanto o mesmo índice fica em 5,9 nos produtos advindos de grandes negócios rurais. Na mesma linha, 63% das pessoas ouvidas relataram que dariam preferência por consumir um produto de uma grande marca presente no mercado, mas que tenha sido produzido por um pequeno produtor rural.