Arquivos da categoria: Cultura

O CONSELHO NACIONAL DO LAICATO DO BRASIL-REGIONAL NORDESTE 3 SE REÚNE EM ARACAJU-SE

Por Santana

Professor e Poeta Antônio da Cruz Santana palestrando em Aracaju/SE.

Aconteceu nos dias 15 e 16 de março de 2019, na cidade de Aracaju, SE, a reunião da Presidência e do Colegiado do Conselho Nacional do Laicato do BRASIL – Regional NE3  (Bahia e Sergipe).

A reunião ocorreu em dois momentos, com início no dia 15/03 – sexta-feira, à noite com a presidente Vilma Almeida, passando a pauta a começar com os informes da reunião do CNLB Nacional (que aconteceu em São Paulo, em fevereiro de 2019); Avaliação da Caminhada dos leigos e leigas no Regional; VII Encontro em Cuiabá, MT; Congresso do Laicato Regional; e Eleições do CNLB NE3.

No segundo momento, no dia 16/03 – sábado pela manhã, iniciou oração e reflexão, logo após apresentação dos participantes como de costume, e em seguida, a Formação da Campanha da Fraternidade -2019, cujo tema: Fraternidade e Políticas públicas; e o lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça ( Is 1, 27). Assessor Professor Antônio Santana, Diocese de Caetite – Bahia.

No decorrer da programação houve uma breve reflexão sobre o assunto pelos membros da Presidência e do Colegiado que contou com 6 Arqui ( Dioceses ) do nosso Regional NE3, bem como propostas de sugestões concretas da Campanha da Fraternidade em foco. A reunião encerrou-se pontualmente às 12h30, atingindo-se o seu objetivo conforme programação previamente encaminhada por meio eletrônico aos Conselhos Diocesanos que compõem o nosso Regional NE3. Continue lendo O CONSELHO NACIONAL DO LAICATO DO BRASIL-REGIONAL NORDESTE 3 SE REÚNE EM ARACAJU-SE

Salve o dia do ARTESÃO 19 de março

Por Oclides da Silveira

Essa oficina é montada na residencia do casal José e Vita Reis no Distrito do Alegre

Nosso município de Condeúba estará completando 158 anos de emancipação política dia 14 de maio de 2019, hoje 19 de março é o dia do ARTESÃO, oportunidade em que o jornal Folha de Condeúba juntamente com a Secretaria Municipal de Cultura, Desporto e Lazer presta essa singela homenagem a todos os artesãos do nosso município,  divulgando seu riquíssimo artesanato.

Presidente da Associação dos Ceramista de Maiada de Areia Nilson José Ribeiro e o professor Derimar Ribeiro

Nilson José Ribeiro é o atual Presidente da Associação dos Ceramistas de Malhada de Areia. “Segundo Nilson este legado cultural deixado pelos índios possivelmente da tribo botocudos que habitavam a região há mais de um século e meio e que foi passando de geração em geração, transformou-se na principal atividade econômica da comunidade.

Peças de artesanato em barro produzidas da Comunidade de Maiada de Areia

As peças de cerâmica são produzidas manualmente principalmente por mulheres que dominam com imensa habilidade a técnica tradicional de rolete, produzindo objetos de qualidade indiscutível.

Atualmente a comunidade já dispõe de uma unidade de artesanato de cerâmica onde se valoriza o trabalho em grupo e a disseminação dos saberes de cada indivíduo. Continue lendo Salve o dia do ARTESÃO 19 de março

CAETANOS: PINTOR CAETANENSE SE DESTACA NAS PRINCIPAIS GALERIAS DE ARTE DO BRASIL

O artista Carlos Gomes é de longe um exímio pintor que leva o nome da cidade de Caetanos por onde passa. Atualmente com trabalhos expostos até na Galeria Victor Hugo em São Paulo – SP, uma das mais famosas do Brasil, está atraindo a atenção de vários curadores e artistas que ficam impressionados com seu estilo único e traços que parecem tranceder a tela e a imaginação de quem os vê.

Recentemente Carlos Gomes foi entrvistado pelo Site artsillustrated e você pode conferir essa emocionante entrevista na íntegra aqui no Blog:

Entrevista com o artista Carlos Gomes
Por – Site: artsillustrated.com

1. Fale um pouco sobre você.
Nasci em Caetanos, Bahia/Brasil (1982). Filho de Sertanejos. Desde criança amava desenhar e pintar.Aos 17 anos,fui morar em Embu das Artes, São Paulo,onde decidi que seria um artista plástico e então adotei as formas geométricas e cores alegres,vibrantes para iniciar minha própria linha de trabalho, com o propósito de levar ao público a existência e importância da geometria. Em 2016 entrei para o mercado da arte. Continue lendo CAETANOS: PINTOR CAETANENSE SE DESTACA NAS PRINCIPAIS GALERIAS DE ARTE DO BRASIL

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições publicas.

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições publicas.

Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva: ” Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…

Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!

Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.

Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.

Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.

Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos “.

Frade Demetrius dos Santos Silva.
* São Paulo/SP

ÍNDIO PASSA A TER OS MESMOS DIREITOS DO CIDADÃO COMUM

Por Thiago BragaFaz longo tempo que o índio, considerado “ser da natureza”, tem direito assegurado por lei, de cultivar a terra onde nasceu, se criou e vive. Ele (a) trabalha no arado da forma que bem entende, “sem prestar contas a ninguém” sendo, apenas, assistido pela FUNAI. O “pele vermelha” tem liberdade de escolha, no tocante à assuntos de ordem pessoal, familiar e social. “Dono da terra” para sempre? Segundo texto legal, homem/mulher indígena dispõe dessa prerrogativa, pois aquilo que é “solo sagrado” se torna zona de proteção por parte do órgão fiscal. Num primeiro momento, inserido na sociedade moderna. Lembrando, é claro, de sua presença na história épica.

Mas, agora, a conversa é outra. Para o novo governo (Bolsonaro 2019), índio merece o mesmo tratamento do homem branco. Precisa, porém, “andar sem guia”, face à sua capacidade de pensar, agir e treinar as próprias habilidades: mão de obra, técnicas de uso de recursos, prática de esportes, (opcional). Onde e como? Recebendo o devido apoio do ente público. Acesso a saúde (serviço bucal, exames, retirada de remédios na farmácia popular), educação, transporte, moradia, dentre outros. Nada de privilégio no sentido de mandar e desmandar em grandes terrenos, muita das vezes, sem serventia, sendo que o mesmo não adquiriu por compra ou permuta, carecendo, sobretudo, desta atividade meio (comércio). “Cai em si”, entendendo o que é contrato, alqueire, braça de terra, sistema de irrigação, imposto de renda, além de outros. É possível sanar dúvidas e buscar soluções para casos desta natureza. O que vale é a informação levada a sério.

Em outras palavras, índio não deve viver isolado, em aldeias ou reservas ambientais mas, “ser visto como gente”, educado e pronto para servir seu país. Deve aprender cantar o hino, conhecer a Constituição Federal, frequentar a cidade, votar no dia do pleito, possuir caderneta de vacinação, etc. Caçar e pescar? Existem outros desafios que requer força física, aptidão e auto – conhecimento. Tal pensando em nada desvaloriza a figura do índio, uma vez respeitado, dentro do território pátrio. “Ir e vir”, com plena certeza de chegar em casa, fazer compras (dinheiro em espécie), dirigir automóvel, “pôr carta” no correio… No entanto, sua cultura precisa manter – se de pé, como arte, costumes, linguagem, culinária e outros. “Um pouco de cidadania não faz mau a ninguém”.

Dia do Bibliotecário: um profissional em transformação

Dia do Bibliotecário: um profissional em transformação. Gerenciar informações é a especialidade de quem precisou se adaptar às mudanças tecnológicas do século 21.

Foto: Image by Free-Photos on Pixabay

Um profissional que antes era muito ligado aos livros físicos, fichas e manuais, a partir do século 21 precisou se reinventar e passou a trabalhar com o gerenciamento de informações do sistema e o manuseio de publicações passou a ser apenas mais uma entre várias funções que desempenha. A profissão de bibliotecário vem sendo ainda mais valorizada, uma vez que, mais abrangente atuante, cria novas áreas para si, como é o caso da biblioteconomia social.

No Colégio Marista Goiânia, a bibliotecária Tainá de Sousa já vai além de suas atividades na biblioteca. Ela também tornou-se indispensável na realização de eventos que recebem personalidades e reúnem estudantes no espaço da instituição. “Desenvolvemos atividades voltadas aos alunos do Ensino Médio, que visam criar espaços de comunicação e de convivência, para tratar do presente e do futuro de cada um deles. Sou grata ao apoio da Tainá para viabilizar esses eventos”, relata a professora Sara de Castro Cândido, responsável pelo Circuito Projeto de Vida, iniciativa que ajuda os alunos a construírem seus projetos pessoais e profissionais.

Neste 12 de março, Dia do Bibliotecário, Tainá fala dos desafios e sobre o que comemorar nesta data. “Nosso foco é a organização e catalogação de informações, nos transformamos em gestores da cultura, porque o livro nada mais é que um instrumento cultural que também vem ganhando outras versões, como a digital, por exemplo, que já caiu no gosto da população.”

E os desafios se tornam ainda maiores para o profissional em um País onde as estatísticas de leitura são cada vez menores. O brasileiro lê em média 2,43 livros por ano, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, desenvolvida em março de 2016 pelo Instituto Pró-Livro. O estudo revelou ainda que 30% da população nunca comprou um livro.

“O Brasil enfrenta muitos problemas, especialmente no campo cultural. Acredito que parte das soluções desses problemas virá do trabalho das bibliotecas, fontes inesgotáveis de conteúdo, informação, e daquelas pessoas que dão vida e sentido a esses espaços transformadores”, salienta Tainá.

A Folha de Condeúba, através de alguns autores homenageia as mulheres pela passagem do seu dia

Por Antônio Santana

O QUE É SER MULHER?

Ser mulher é muito mais do que uma missão
É uma busca constante da condição
É o encontro entre a maturidade espiritual e a razão
É a delicadeza da mulher que passeia pela emoção.

Ser mulher é ter sensibilização
É construir um poço de perdão
É querer abrir sempre a porta do coração
É ter também um pouco de ilusão.

Ser mulher é muito mais do que servir
É construir o caminho para ser feliz
Ser mulher é gerar muitas vidas
É se tornar uma pessoa muito querida.

É ser forte, confiante e atrevida
É ser guerreira, lutadora e dedicada
Ser mulher é doar a sua própria vida
É ser sempre bem reconhecida.

Ser mulher é dedicar-se todo tempo de sua vida
É amar e às vezes pelo parceiro é agredida
É labutar o dia todo sem descansar
É a responsabilidade da sua família cuidar.

Ser mulher é saber também esperar
É saber se amar para depois nos amar
É deixar o tempo se aproximar
Para esperar o futuro chegar.

UM ABRAÇO A TODAS AS MULHERES! Continue lendo A Folha de Condeúba, através de alguns autores homenageia as mulheres pela passagem do seu dia

Mangueira é vencedora do Carnaval do Rio de Janeiro em 2019

Foto: Rodrigo Gorosito/G1

A Mangueira é a grande campeã do carnaval 2019 do Rio de Janeiro. A Imperatriz Leopoldinense e a Império Serrano foram rebaixadas. Para conquistar o seu 20º título, a Mangueira deu uma aula de história na Sapucaí.

Mas foi uma história alternativa, com destaque para heróis da resistência negros e índios em vez dos personagens tradicionais das páginas de livros escolares.

O enredo “História pra ninar gente grande” foi assinado pelo carnavalesco Leandro Vieira e contado em 24 alas e cinco alegorias.

Em busca do título, a Mangueira exibiu uma bandeira do Brasil com as cores da escola no final do desfile.