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BULLYNG NÃO É BRINCADEIRA!!!

Por Thiago Braga

Thiago Braga é colunista da Folha de Condeúba

Casos e mais casos envolvendo crianças, jovens e adultos, no que se entende como “bullyng”, resumem o efeito negativo do problema. Pode ser em casa, na rua, na escola e/ou no trabalho. O que parece inofensivo, a depender do grau da ofensa, cria algo chamado “rótulo”. O exemplo boçal cai na graça. Meche com os sentimentos da pessoa afetada, tornando – a insegura no convívio social. Talvez, de forma assídua, enxergue o drama vivido no dia a dia, pois há “quem coloque mais lenha na fogueira”.

Apelidos, resenhas, constrangimento, nomes feios, etc. Jeito fútil e irresponsável. Isto rende frutos nada bons. Convém dizermos que a amizade sadia também ajuda no combate ao bullyng. Assunto comentado em sala de aula. Questão número “01” na didática de ensino, no qual enseja o bem – estar comum.

Apoio moral, seguido de acolhimento, oferece novo rumo para a história. Assim, medidas simples, hão de evitar “dores de cabeça”. Traz, a curto e médio prazo, a solução desejada pela vítima. Contempla área de saúde mental. Possuí o condão de mudar a realidade. A conversa amiga e produtiva é o melhor caminho.

Importar semente de maconha não é crime, decide ministro do STF

Foto: Getty Images

Para o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), a importação de sementes de cannabis sativa, a planta que dá origem à maconha, não é crime. Com esse entendimento, ele rejeitou denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra uma mulher que importou da Holanda 26 sementes da planta.

Segundo o ministro, a semente não pode ser qualificada como droga, nem constitui matéria-prima destinada a seu preparo, porque não possui, em sua composição, o princípio ativo da maconha, chamado tetrahidrocanabinol (THC).

De acordo com o jornal O Globo, a mulher tinha sido acusada do crime de importar matéria-prima, insumo ou produto químico destinado à preparação de drogas, que pode resultar em condenação de até 15 anos de prisão. O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia. Mas, no julgamento de um recurso do Ministério Público, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu a denúncia.

Agora, no recurso apresentado pela defesa da acusada, o STF estabeleceu que a prática não configura crime. Na decisão, Celso de Mello destacou que, não contendo o THC, as sementes “não se revelam aptas a produzir dependência física e/ou psíquica, o que as torna inócuas, não constituindo, por isso mesmo, elementos caracterizadores de matéria-prima para a produção de drogas”.

Segundo o relator, o Supremo tem entendido, em situações análogas ao caso, que não se justifica a instauração de investigação criminal nos casos em que envolve importação, em reduzida quantidade, de sementes de maconha, “especialmente porque tais sementes não contêm o princípio ativo inerente à substância canábica”.

Projeções já indicam PIB deste ano menor que o de 2018

Foto: Reinaldo Canato/Veja

Economistas já preveem que a economia brasileira deve crescer neste ano menos do que no ano passado, quando o avanço foi de apenas 1,1%.

Após a euforia causada pelo início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), quando o otimismo pela mudança levou analistas a preverem um PIB (Produto Interno Bruto, índice que serve para medir a atividade econômica, calculando a soma de todas as riquezas produzidas por um país, dentro de um determinado período) em torno de 3% para 2019, agora a expectativa é de um crescimento de apenas 1%. Há tempos a economia brasileira não apresenta um avanço significativo.

Tanto em 2018 como em 2017, o PIB foi de 1,1%. Em 2016 e em 2015, a economia teve retração, de 3,3% e 3,5%, respectivamente. Devido a sinais de desaceleração da atividade econômica no primeiro trimestre deste ano, bancos e consultorias passaram a cortar as projeções. O Itaú divulgou nesta segunda-feira, 13, redução da expectativa de 1,3% para 1,0% para o PIB de 2019.

Na sexta-feira, 10, diante do ritmo de crescimento no começo deste ano aquém do esperado, o Bradesco revisou a projeção de alta do PIB de 1,9% para 1,1%. Entre outras estimativas, o banco Santander espera avanço de 1,3%, a XP Asset Management, de 1,1% e a LCA Consultores, de 1,5% (“com tendência de redução”).

Os cortes das projeções levam uma conta, principalmente, uma perspectiva de aprovação da reforma da Previdência mais tardia no Congresso Nacional, o que posterga a volta da confiança, dos empresários e dos consumidores e, consequentemente, das decisões de investimentos.

Osteoporose: por que fumar e beber aumentam o risco da doença

Foto: Getty Images

Já é sabido que alguns hábitos do dia a dia aumentam o risco de desenvolver diversas doenças, incluindo a osteoporose – condição que deixa os ossos fracos e quebradiços. Entre os hábitos que podem tornar o indivíduo mais propenso a desenvolver esse problema ósseo estão o tabagismo e o alcoolismo.

Apesar disso, pouco se sabe a respeito dos mecanismos envolvidos nesse enfraquecimento. Recentemente, pesquisadores americanos descobriram um mecanismo celular capaz de explicar porque esses hábitos interferem na saúde dos ossos.

De acordo com o estudo publicado no FASEB Journal, o consumo de álcool e cigarro pode ativar uma célula do sistema imunológico, levando-a a se transformar em outra modalidade de célula cuja função é reabsorver os ossos.

Esse processo é desencadeado quando a mitocôndria, parte da célula responsável pela respiração celular, fica sob stress – o que, segundo a equipe, é o que provavelmente acontece no organismo ao fumar e beber.

Bilionário vira voluntário em Roraima e acolhe venezuelanos

Foto: Divulgação

Dono de uma das maiores fortunas do Brasil, o empresário Carlos Wizard Martins, fundador da rede de idiomas Wizard, tem se dedicado a receber e acolher venezuelanos no Brasil. Desde agosto do ano passado, ele e a sua mulher, Vânia, montaram uma base em Boa Vista (RR), onde passam a maior parte da semana.

A ida para Roraima, Estado por onde entram o maior número de moradores do país vizinho, foi uma designação da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mais conhecida como Igreja mórmon, que o casal frequenta.

“A igreja nos indicou, eu e minha mulher, e aceitamos doar nosso tempo, recurso e experiência”, disse o empresário à coluna de Bela Megale. Segundo ele, até o fim de maio, a instituição já terá acolhido 3 mil venezuelanos. Além de tempo, Carlos investe dinheiro na causa.

Em dezembro, fretou um avião de 118 lugares para levar os assistidos para outros Estados do Brasil, onde passaram a trabalhar. O empresário também atua como interlocutor junto ao governo federal.

Ele integra o comitê da Casa Civil que discute o assunto dos venezuelanos e mantém diálogo com ministros e o próprio presidente Jair Bolsonaro. Nesta semana, virá a Brasília conversar com a ministra Damares Alves sobre o assunto.

CÃES SOLTOS NAS RUAS

Por Thiago Braga

Quantas e quantas vezes, vimos “cães sem dono”, andando livremente pelas ruas das cidades? Já perdemos as contas. Na maioria dos casos, a fêmea “deu” cria e proprietário (a), agindo de má fé, deixa-os a míngua. Sinal de abandono, falta de cuidado e insensatez. Tantos outros, vivem na “tranca”, em péssimas condições de limpeza. Fome e sede, ferimentos pelo corpo. Alarde para a vizinhança. Entidades do segmento e ongs mantêm trabalhos voltados ao bem-estar dos amiguinhos de “quatro patas”.

Lembremos deles, brincando e alegrando o ambiente. Tomando leite na cuia ou, quem sabe, desenrolando novelo de lã esquecido pela casa. E aqueles metidos em roupa colorida, apresentando-se nos grandes circos?! São obedientes, mimosos e cheios de graça. Aprendem rápido, criando amor pelas pessoas, sobretudo, tendo vida longa. Raças: “vira lata”, labrador, malhado, pastor alemão, etc. Se alimentam de ração canina (junior/adulto), a depender do costume, dão preferência à comida comum. Nutre o pêlo, fortalece os ossos e incentivo o crescimento saudável.

Não é a toa que campanhas “pet” trazem informações a respeito do tema, considerado de utilidade pública. Mescla boas práticas, zelo e tratamento adequado. Tenta conscientizar criadores e não criadores no trato com os bichos. Tudo ou quase tudo, de forma convincente. Quais os pontos? Banho, tosa e carinho. Remédio quando precisar, de acordo a orientação veterinária. Vacina para prevenção de doenças e a conhecida “ante-rábica”, respeitando casos isolados. Por que maltratar? Os resultados nada agradáveis, tornam-se fator preocupante para todos que aderem a esta ideia: educar com maioridade e experiência.

Há centros de zoonoses/castração, feiras de adoção e canis. Em alguns lugares, a “carrocinha” recolhe os animais a fim de levá-los para abrigo. Esta medida garante um “novo lar” aos animais, pois é o que preconiza a Lei de Proteção e Defesa dos Animais. Punição severa para os infratores. Por isso, não tem “mais, nem meio mais”. Aliás, o munícipe também pode ajudar, da forma que achar necessário, no combate à violência contra cães/gatos, através da denúncia solidária. Um assunto importante para nosso momento. Merece voto de confiança.

Homenagem as mães

(Edtattoo)

Mãe,

mãe é vida, entrega e saída
mãe é verdade em dose que na embriagues da razão mostra nos a lucidez
mãe é cura na simplicidade, é partida com dor é saudades
ó vida ingrata devolva me o pedaço arrancado e rápido levou meu canto , aqui onde o pensamento seduz meus olhos imploro.. traz a mãe que em pranto falo,
ela verdade que a vida esconde e que os olhos revelam
é rainha do meu tempo e dona do meu mundo.

Prefeitos e Vereadores Podem Ter Seus Mandatos Estendidos Para 6 Anos Se Projeto De Senador Ângelo Coronel For Aprovado

Por Cláudio Millano

O senador Angelo Coronel (PSD) anunciou nesta segunda-feira (6) que recolhe assinaturas de colegas para apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que possibilite estender por dois anos os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores do país. O objetivo do parlamentar é unificar as eleições para todos os cargos em 2022.

Em discurso no encontro estadual do PSD, Coronel alegou que a medida economizaria recursos públicos. O ex-presidente da Assembleia legislativa avaliou, entretanto, considerar difícil a aprovação da proposta.

Esse projeto se tornou um caminho com duas vertentes, aqueles municípios que tem o prefeito fazendo uma boa administração, os eleitores ou munícipes sairão ganhando com os avanços, por outro lado as administrações catastrofísticas os municípios e seus moradores terão que sofrer por mais 2 anos de governo.

Site São Gonçalo News

“Família é o grupo originário onde os indivíduos recebem alguma forma de amor”

Entrevista: Levon do Nascimento

No segundo sábado de maio (11/05), a partir das 8h, no Colégio Berlaar Imaculada Conceição, o sociólogo Levon do Nascimento, de Taiobeiras-MG, será o palestrante do período da tarde do 1º Módulo da Quarta Turma da Escola de Formação em Fé e Política da Arquidiocese de Montes Claros, cujo tema é “análise da conjuntura social, econômica, eclesial e política com instrumentos de como fazer uma análise de conjuntura”. Nesta entrevista de 10 perguntas, ele responde ao jornalista João Renato Diniz Pinto sobre sua vida profissional, pessoal e familiar na fé e na política.

1) Primeiramente, qual é a sua formação e um pouco da sua história de vida familiar e profissional?

Fiz Ciências Sociais na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e recentemente conclui o mestrado em Estado, Governo e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais e da Fundação Perseu Abramo. Sou casado há 16 anos com Flaviana e temos uma filha e dois filhos. Trabalho desde 2001 na Escola Estadual Presidente Tancredo Neves, em Taiobeiras, onde leciono História para os anos finais (6º ao 9º) do Ensino Fundamental.

2) Comente sobre as suas publicações?

Sou uma pessoa um tanto tímida e reservada. Comecei a escrever para dar vazão àquilo que eu pensava e, de certo modo, não conseguia expressar verbalmente. Mas também para atender à minha vocação cristã de ser “luz no mundo” e “sal da terra” (Mt 5, 13-14), ou seja, de interferir na sociedade a partir dos valores evangélicos. Desse modo, passei a compor artigos de opinião, crônicas e outros textos, inicialmente publicando-os no jornal “Folha Regional”, de Taiobeiras; e, em seguida, num blog que eu mantinha na internet. Os livros acabaram sendo a reunião de muitos desses escritos, que falam de fé, política, sociedade, ética, cultura regional, etc. Recentemente, lancei dois livros, “Crer e Lutar” (O Lutador, 2017) e “Vidas Interrompidas” (Autografia, 2018). “Crer e Lutar” é um conjunto de textos reflexivos sobre esse contexto sombrio do neofascismo que estamos vivendo, buscando iluminar a luta de quem se opõe a essa conjuntura, a partir da referência da Palavra de Deus. Já “Vidas Interrompidas” é a adaptação de minha dissertação de mestrado para o formato de livro, abordando, e buscando compreender analiticamente o fenômeno do genocídio de jovens pobres, pardos e negros pelo tráfico de drogas em Taiobeiras entre os anos de 2013 e 2017. Não me considero um escritor propriamente, apenas alguém que usa o recurso da escrita para se colocar e contribuir com o debate de nossos temas cotidianos. Continue lendo “Família é o grupo originário onde os indivíduos recebem alguma forma de amor”

Bloqueio das universidades federais chega a R$ 2,2 bilhões

As universidades federais do país tiveram 2,2 bilhões de reais bloqueados para uso, o que corresponde a 25,3% do que elas tinham de recursos para investimento e custeio de suas instalações e cursos no ano – fora o salário de servidores.

Como estão desde 2015 sem correção dos orçamentos pela inflação, as instituições temem não conseguir manter todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão. “Estamos há anos nos adaptando a orçamentos cada vez menores e mais alunos.

Chegamos ao limite”, diz Reinaldo Centoducatte, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e reitor da Universidade Federal do Espírito Santo.

Para se adequar ao novo orçamento, as instituições dizem que vão ter de cortar despesas como energia elétrica e serviços como limpeza e segurança. De acordo com a Veja, uma das maiores e mais prestigiadas do país, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) teve 39,74% das verbas bloqueadas, o que representa 114 milhões de reais.

Além das despesas básicas, a instituição diz que o contingenciamento vai impedir o “desenvolvimento de obras e compra de equipamentos utilizados em instalações como laboratórios e hospitais”. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde o ministro da Educação, Abraham Weintraub, é professor, diz que o bloqueio de recursos vai forçar a instituição a reduzir custos com água, luz e contratos de manutenção.

Em nota, a reitoria disse que vai discutir com a comunidade a situação. O bloqueio de verbas para os institutos federais foi superior ao das universidades, com contingenciamento de 34,5%. “Antes estávamos enxugando a gordura para reduzir custos. Agora, estamos raspando o osso. Não temos mais como reduzir os gastos sem prejudicar a qualidade do ensino”, disse Luís Claudio Lima, diretor do campus de São Paulo do Instituto Federal de São Paulo (IFSP).