AUMENTO DO GÁS FAZ BRASILEIRO MUDAR HÁBITOS

Por Thiago Braga

Houve aumento de 4,4% no gás de cozinha. Desde o início de outubro, o produto passa a custar em média R$ 68,28 nos pontos de vendas e R$ 23,10 nas refinarias. O valor bruto varia de região para região, com pequenos reajustes que seguem a casa do 60. O novo preço de tabela entrou em vigor no dia 5 do corrente mês. Isso mexe com o orçamento familiar. Alguns consumidores, aderem em buscar o gás na própria loja e/ou distribuidora, evitando assim, gastos adicionais quanto à entrega por domicílio. É o chamado “corte de gastos”, sem dispensar o popular brinde (bacias, tigelas, copos plásticos, chaveiros e adesivos), recebidos no ato da compra.

Em alguns lugares, o trabalhador leva o botijão nas costas ou carrinho de mão, uma “boa ideia” tida no momento da paga pelo serviço. A dona de casa “moderna”, prefere usar panela elétrica que economiza energia, ao invés de fogão aceso, julgando ser mais barato. Poupa tempo e dinheiro. O pouco que sobra, serve para feira ou mercado, a exemplo da “mistura”: tempero, cheiro – verde, salsicha, proteína de soja, ervilha, etc. Essa leve mudança incomoda o brasileiro, pois “pesa no bolso”, gerando maiores incertezas sobre possível “subida de preço” nos próximos meses. Dito isso, a “carestia” do gás butano, algo indispensável no lar e estabelecimentos comerciais como padarias, bares, restaurantes e pizzarias, é reflexo da inflação que se traduz em tributos. Sonegação de impostos é crime previsto em lei.

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