Arquivos diários: 11 de novembro de 2018

Prepare-se para pedir a aposentadoria em 2019

Fernanda Brigatti
do Agora

O governo Jair Bolsonaro (PSL) ainda não começou, mas o presidente eleito e seu futuro ministro da área econômica, Paulo Guedes, já se movimentam para uma reforma no sistema de aposentadorias dos trabalhadores brasileiros. Esse tipo de discussão causa apreensão nos segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), especialmente entre os que estão em vias de completar as condições mínimas para o pedido de benefício.

Enquanto essa tentativa de reforma da Previdência não avança e ganha contornos mais sólidos, o segurado que já estava de olho na aposentadoria pode se antecipar e deixar seu cadastro do INSS, o Cnis, em dia.

Períodos de contribuição com falhas, trabalho sem carteira e laudos de tempo especial incompletos são exemplos do que pode atrasar, reduzir e até impedir a concessão da aposentadoria.

Condeúba: Morreu o jovem Elizeu Silva Limas aos 20 anos de idade

Por Oclides da Silveira

Elizeu Silva Limas aos 20 anos de idade

Morreu hoje por volta das 03:00 horas da madrugada deste dia 11 de novembro de 2018 o jovem Elizeu Silva Limas aos 20 anos de idade, vítima de acidente de trânsito, ele estava vindo de uma festa nas Queimadas chegando no trevo que vai para a cidade de Cordeiros desequilibrou-se de sua moto e caiu. O SAMU foi solicitado e o socorreu direto para Vitória da Conquista, porém chegando no município de Belo Campo, Elizeu não resistiu aos ferimentos e foi a óbito. Elizeu deixou o pai Arlindo Ribeiro Limas e a mãe Ana Alves Silva Limas além dos irmãos Oseias, Leia e Joel.

Seu velório será no Memorial São Matheus e o sepultamento provavelmente será amanhã cedo dia 12/11 ainda sem horário definido, no Cemitério Barão José Egídio de Moura Albuquerque na Sede.

Nós do Jornal Folha de Condeúba deixamos nossos sentimentos à família enlutada por essa perda irreparável deste ente tão querido. Que o bom Deus o tenha ao seu lado para a eternidade. Descanse em paz amigo “Elizeu”!!!

UM ANO DA REFORMA TRABALHISTA

Por Thiago Braga

Hoje, 11 de novembro, a reforma trabalhista faz um ano. Desde o início, teve como objeto principal, “enxugar” gastos na máquina pública. Inspirada na “era da industrialização”, visa aumentar oferta de emprego, em tempo hábil, satisfazendo necessidades do empregado, “na ponta da linha”, e do empregador dentro do regime comum. Todavia, não possui o condão de tirar daqui e pôr ali, favorecendo este ou aquele, mas adequar – se ao modelo de país soberano. Esta é a vocação da lei. Partindo desse princípio, resgata o poder de compra, apoio ao trabalho em período nocivo à sua saúde (pedidos de licença, afastamento pela CAIXA, auxílio – doença), dentre outros.

Aliás, tenta colocar o jovem no mercado de trabalho. Aponta o programa Aprendiz Legal como a chave do novo amanhã. Desta feita, aumenta o número de jovens com carteira assinada na área dos negócios, produção e comércio. O primeiro contanto com o “mundo lá fora”, fornece uma base capaz de transformar a realidade. Outro exemplo é o caso da empregada doméstica, passando a ter direitos, mesmo prestando serviço em caráter domiciliar. O trabalho da grávida, em ambiente insalubre, desperta discussão, bem como abono salarial, contribuições, etc. Assunto delicado para se tratar com máxima atenção, sem prejuízo das partes, na chamada “reclamação trabalhista”, que tem crescido em número nos últimos anos.

Toda mudança exige desafio. A reforma, diga – se de passagem, não trouxe o resultado esperado, no seu todo ou parte, mas conserva direitos do trabalhador nos atuais moldes da CLT (vide pág. 02). Ainda nesse mesmo ponto, refuta o desemprego, lembrando de mão de obra boa e barata. Aliás, a reforma rebate a ideia de que o Brasil precisa trilhar o caminho do desenvolvimento social. Destaca o papel da terceirização, atividade meio e fim, além da diferença de salário entre homens e mulheres no exercício de suas funções. Por essa razão, enxerga um pouco mais adiante, o quadro real. A dita reforma nasceu à luz da discussão política, tendo como raiz o valor dos direitos e garantias da classe trabalhadora. “Não se pode jogar a criança contra a água do banho”.