Arquivos diários: 5 de novembro de 2018

Paróquia de Santo Antônio/Condeúba: Padre José Silva completou anos e recebeu muitos afagos dos fiéis

Por Oclides da Silveira

O Padre José Silva Figueiredo recebeu presentes e bolo de aniversário

Sempre no final das Missas dominicais na Matriz, o Padre José Silva criou o abito de consultar aos fiéis, quem fez ou está fazendo aniversário naquela semana, depois o Padre convida todos para vir até a frente do Altar para receber dos demais fiéis e irmãos, o canto dos parabéns, em seguida os aplausos da assembléia.

Neste último domingo dia 4 de outubro de 2018, teve um aniversariante especial, que foi o próprio Padre José Silva Figueiredo que completou 47 anos um dia antes ou seja, no sábado dia 3 de outubro de 2018.

O Padre José Silva juntamente com os demais aniversariantes, foram muito aplaudidos e cumprimentados no final da celebração da Santa Missa

Nós do Jornal Folha de Condeúba parabenizamos todos os aniversariantes, em especial ao nosso muito querido e amigo Padre José Silva Figueiredo, pelo seu jeito humilde de ser e principalmente pela sua visão de grupo e dedicação junto ao seu rebanho.  Que o bom Deus dê a todos muita luz para iluminar seus caminhos. Continue lendo Paróquia de Santo Antônio/Condeúba: Padre José Silva completou anos e recebeu muitos afagos dos fiéis

Animal é transportado vivo pendurado pelos chifres e patas a uma caçamba entre Caém e Saúde

O instinto de crueldade de alguns “seres humanos” não tem limite. Extrapola o senso mínimo da racionalidade.

Na última semana, um leitor do Tribuna Regional, que não quis ser identificada, encaminhou para a redação deste jornal uma fotografia e vídeo mostrando uma vaca sendo transportada do município de Caém para o município de Saúde, pendurada num basculante de uma caçamba, de cor vermelha, amarrada pelas patas e chifres. Cujo material, vídeo e foto, foram encaminhados à 4ª Promotoria de Justiça de Jacobina, para que o fato seja investigado.

A promotoria informou que diante do teor da denúncia, o caso será encaminhado para a Delegacia de Polícia para apuração do crime.

Fonte: Tribuna Regional/Solon Cruz

Condeúba/Dist. Feirinha: Alunas da Escola Municipal Adelmário Pinheiro apresentam trabalho sobre o tema: “Chuva no Campo”

Por Bruna  Bentencurt Tema: CHUVA NO CAMPO

GOTAS DE ESPERANÇA!!

Em um sábado à tarde estava debruçada na janela a observar a paisagem castigada pela seca, fenômeno climático que tem gerado muitas dificuldades no campo, além da falta de água, crise social, desemprego, realmente fica impossível desenvolver a agricultura e a pecuária sem a chuva. O período de estiagem está muito longo, prejudicando a vida no campopara o homem e também para os animais.
De repente, tudo se transforma, o céu começa a ficar escuro, o dia parece noite e o vento começa a trazer aquele cheiro de chuva que desponta na serra. Não demora muito e a chuva cai forte sobre os telhados, lavando-os e as gotas de esperança escorrem pelas vidraças das janelas, deixando o clima agradável e renovado.

Autora: Bruna Bentencourt
8º ano – 13 anos
Prof: Rosângela Meira
Direção: Delma Nascimento
EMAP – FEIRINHA

 

Por Regina Tema: CHUVA NO CAMPO

A chuva é uma orquestra

Dias de chuva não são muito comuns na Bahia e por isso resolvi apreciar um desses dias raros, uma tarde chuvosa no campo.
Era uma terça-feira como outra qualquer de sol escaldante, meus pais atarefados com a moagem nem perceberam que o dia ensolarado foi se desfazendo, de repente as nuvens escuras no céu anunciaram a chegada da chuva. Em poucos minutos os pingos grossos caíram fortes sobre garrafas vazias, latas, telhados, carros produzindo um som orquestrado que aumentara rapidamente.
A chuva é um fenômeno da natureza, lindo de se ver, céu escuro, trovão, relâmpago, e aquela cortina de água que desce do céu batendo nas folhas, portas e janelas trazendo alegria aos corações e muita esperança de continuar ouvindo a orquestra da chuva por mais vezes, pois traz serenidade e acalma a alma.

Autora: Regina
8º ano – 13 anos
Prof: Rosângela Meira
Direção: Delma Nascimento
EMAP – FEIRINHA
Coordenador: Rubens

 

Por Ruth RibeiroTema: CHUVA NO CAMPO

CHUVA, ALEGRIA PARA A NATUREZA!

Em um dia quente de verão, acordei e fui para a janela observar a natureza, que encontrava-se triste e apagada. Forte e ardente era o calor que liberava da terra seca, o chão ora era torrão ora era transformado em pó pela ausência de umidade e da tão sonhada chuva.
Parece passo de mágica, tudo pode acontecer. Primeiro tímida, depois suave e por fim intensa e consistente, a chuva vem para alivio da natureza, para alegria dos passarinhos que agradecem cantando. Lava os telhados, carros, calçadas e a alma do povo.
Ah, esses dias de chuva, como é bom ficar na cama, cafezinho quente, momento para repensar sobre quem somos, o que fazemos e o que queremos. Apreciar e sentir o cheirinho de terra molhada, água e ar renovado e o renascer das plantas e flores, como diz o autor Gonçalves,Arnold- “A chuva goteja em meus olhos com o frescor do renascer.”
Com certeza, com a chuva renovamos a esperança no campo, na vida e de dias melhores e fartos.

Autora: Rute Ribeiro Bentencourt
8º ano – 13 anos
Prof: Rosângela Meira
Direção: Delma Nascimento
EMAP – FEIRINHA

 

Por Thalita SoaresTema: CHUVA NO CAMPO
Título: AS NUVENS TAMBÉM CHORAM

Estava a olhar pela janela pensando na vida e bebendo um bom café quentinho, quando de repente o céu começou a se fechar e as nuvens escureceram, fazia tempo que não chovia aqui no campo, por isso fiquei bem feliz ao ver os pingos de chuva tombando no chão quente e empoeirado.
Imediatamente o solo foi coberto por uma camada de água, as folhas das plantas e árvores foram lavadas, revelando a clorofila que há muito tempo estava camuflada pela poeira. A enxurrada procurava a direção do pequeno riacho que ficava próximo a minha casa.
O cheiro de terra molhada adentrava minhas narinas, e este me deixava com uma sensação de leveza e toda essa beleza se misturava ao gosto do café adocicado que já encontra-se no fim da caneca.
A visão era de profunda beleza, era como se as nuvens estivessem chorando tudo que havia preso em seus corações. O verde tomava conta da paisagem como um quadro recém-pintado num misto de cores alegres e vivas. Era como se a natureza tivesse tomado um banho de “água de cheiro” se livrando de toda a impureza e angustia.
Após horas de chuva, meus olhos continuavam fixos na paisagem, admirando a natureza através da janela de vidro, observando os pingos de água que escorriam como lágrimas a lavar um coração magoado e ferido.

Autora: Thalia Soares Sousa
8º ano – 13 anos
Prof: Rosângela Meira
DIRETORA: Delma – EMAP- FEIRINHA
COORDENADOR: Rubens