Arquivos diários: 25 de julho de 2018

Nota Técnica Conjunta nº 01/2018 – CME em ação

Por: Agnério Evangelista – Presidente

O Ministério Público do Estado da Bahia em reunião conjunta com a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação – UNCME e os Conselhos Municipais de Educação do Estado da Bahia, em sessão dos dias 22 e 23 de maio de 2018, no IAT de Salvador – Bahia, expediram a nota em epígrafe para conhecimento e ação dos Conselhos Municipais de Educação, dirigentes e gestores públicos na área da educação.

A referida Nota Técnica tem por fundamento a Constituição Federal de 1988, a LDB nº 9394/96, a Lei Federal nº 13.005/14 do PNE, a Lei Estadual nº 13.559/16 do PEE cujos objetivos principais é a defesa do direito à educação, acesso, permanência e sucesso na aprendizagem escolar dos alunos em todas as etapas e modalidades da Educação Básica brasileira.

O encontro em Salvador contou com a participação de 239 municípios baianos e um público equivalente a 516 representantes municipais entre conselheiros, secretários e professores. O Conselho de Educação de Condeúba marcou a presença entre os inúmeros participantes, tendo em vista que o CME local é filiado à UNCME Nacional cujo representante na Bahia está a cargo da Coordenadora Profª Gilvânia da Conceição Nascimento do Conselho de Ilhéus – Bahia. Continue lendo Nota Técnica Conjunta nº 01/2018 – CME em ação

NÃO QUERO ALGUÉM QUE MORRA DE AMORES POR MIM

POR MARIO QUINTANA

Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.

Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…
E que esse momento será inesquecível…
Só quero que meu sentimento seja valorizado.

Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém… e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena!!”

Grupo pede ‘Lula livre’ e joga tinta vermelha na entrada do Supremo

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Cerca de vinte manifestantes favoráveis ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que protestavam nesta terça-feira 24, na entrada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, jogaram tinta vermelha no Salão Branco da Corte. O grupo pedia a liberdade de Lula, condenado em segunda instância e preso desde o dia 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. De acordo com a Veja, o ato ocorreu na terça-feira (24).

A Polícia Federal foi acionada pela equipe de segurança do tribunal e, até o momento, ninguém foi preso. De acordo com a segurança do Supremo, os manifestantes são os mesmos que, na última sexta-feira 20, criticaram decisões recentes do colegiado, o salário dos magistrados e a prisão do petista. Os manifestantes iniciaram o ato na Praça dos Três Poderes e o encerraram atrás do prédio principal da Corte.

Em seguida, foram embora em duas vans. Os integrantes do grupo levavam cartazes representando a carteira de trabalho brasileira, a Constituição Federal e a marca da Petrobras. Seguranças presentes no momento do ato mostraram à reportagem fotos e vídeos dos manifestantes, que gritavam “Lula livre” e carregavam cartazes pedindo a sua liberdade. Um dos seguranças que tentou impedir a ação dos manifestantes ficou com uma marca de mão em sua camisa.

Ingressos do Festival de Inverno Bahia têm novos preços

Fonte: CDL (Conteúdo)

O Festival de Inverno Bahia (FIB) 2018 acontece nos dias 24, 25 e 26 de agosto no Parque de Exposições Teopompo de Almeida

Falta pouco para um dos maiores eventos de música do Norte/Nordeste. O Festival de Inverno Bahia (FIB) 2018 acontece nos dias 24, 25 e 26 de agosto no Parque de Exposições Teopompo de Almeida. Tem gente que já começou a curtir o festival desde agora: comprou ingressos, está planejando o visual, os encontros e em como vai curtir as atrações e os espaços especiais que a festa organiza em todas as edições. A partir deste domingo, 22, o FIB já tem novos preços. Vale a pena se programar e garantir as entradas com antecedência.

Os novos preços variam entre R$ 56,00, meia-entrada para pista, e R$ 360,00, passaporte para o Camarote VIP, e podem ser adquiridos em diversos locais de Vitória da Conquista e Salvador, além da internet. Os valores podem ser parcelados em até 6x no cartão de crédito (exceto Hipercard). A promoção para os clientes Caixa continua. O ingresso de pista poderá ser adquirido com 50% de desconto sobre o valor da inteira. Neste caso, será liberada a compra de um ingresso por dia por cartão. Na hora da compra, é preciso apresentar qualquer documento oficial com foto (RG, Carteira de Trabalho, Habilitação etc.) e o cartão da Caixa. Continue lendo Ingressos do Festival de Inverno Bahia têm novos preços

Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia engrossa guerra contra Coelba e o TCM

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e pré-candidato ao senado, Ângelo Coronel (PSD), declarou guerra pessoal contra a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

O deputado fez uma classificação negativa da concessionária que gerencia a distribuição de energia no estado, apontando a mesma como a pior em todo o território nacional. “No passado, a Coelba foi privatizada para melhorar os atendimentos no gerenciamento da energia em nosso estado, mas hoje vem prestando o pior serviço entre as concessionárias do Brasil”, reiterou.

Para o presidente da AL-BA, o governo baiano tem que reassumir a Coelba. Ao ser indagado sobre suas severas críticas ao TCM, Coronel refletiu que há incoerência entre os programas sociais federais sem repasses aos municípios e as cobranças exigidas pelo órgão, que, em muitos casos, chegam a engessar os gestores municipais. “É inviável governar um município com o governo criando programas sociais sem enviar contrapartida aos municípios.

Aí os gestores municipais são obrigados a aumentar suas folhas de pagamento, extrapolando o índice pessoal, tendo suas contas rejeitadas pelo TCM, sendo indiciados pelo Ministério Público e ainda recebem o nome de ladrão. Enfim, o TCM está acatando a nossa indicação de retirar os índices pessoais, os programas federais e os gastos com as terceirizadas”, pontuou.

Tributo ao livro “Governo Popular para todos” – O povo em busca do bem comum

Por Leandro Flores

Quando o livro “Governo Popular para todos – O povo em busca do bem comum”, do professor Oclides Ribeiro da Silveira chegou até a mim, confesso que fiquei um pouco apreensivo e um bocado curioso. Afinal, eu, como editor de alguns trabalhos realizados pela exígua editora Agilite Publicações e Interatividade não havia ainda me enxugado com livros de temáticas parecidas. Foi um despautério da minha parte não enxergar tão ampla dimensão. Vi que aquele livro, por mais afigurada que fosse (no sentido utópico da palavra) a ideia, trazia uma proposta sedutora, como uma provocação que poderia refletir nas estruturas geopolíticas do município de Condeúba e outras regiões.

Ele me explicou a ideia e me pediu uma pequena colaboração na formatação do livro, revelando-me que não queria um livro acadêmico (desses de prateleiras de livraria), mas alguns simples impressos onde pudesse sustentar o seu pensamento para o maior número de pessoas possíveis. Queria apenas o entendimento dessas pessoas e a compreensão de que estava trazendo algo novo, uma colaboração (a sua maneira) para transformar aquilo que ele acreditava ser ideal para uma convivência política harmoniosa, sem apegos partidários e com sentimentos de comunidade…

Eu, estudante de direito, amante indiscreto das Ciências Política, pensei logo na frase do emérito Professor Paulo Bonavides (inspirado no grande sociólogo alemão Ferdinand Tönnies) sobre o verdadeiro sentido de comunidade.“Comunidade implica a existência de formas de vida e organiza-ção social, onde impera essencialmente uma solidariedade feita de víncu¬los psíquicos entre os componentes do grupo.” Nesse sentido, entendi que Oclides simplesmente renunciava qualquer ambição performática e abria um parêntese para os sonhos. Quem sabe não estaria aí o segredo de uma revolução?…

Como bem ilustrou em seu congruente prefácio, o aquilatado Padre Osvaldino: “As transformações rápidas pelas quais a humanidade está passando já não entendem o som de flautas políticas que perderam o poder de enfeitiçar. Pedem uma nova música, ou seja, outra linguagem e outra forma de agir diante dos novos sinais dos tempos.” E, descrevendo sobre o benemérito autor, definiu-o assim: “O Prof. Oclides da Silveira é um homem de comportamento ético, discreto, conciliador e preocupado com o desenvolvimento harmonioso de Condeúba.”

Eu, particularmente, compartilho das boas intensões de Oclides, em relação às suas ideias para com o livro “Governo Popular para todos – O povo em busca do bem comum”. Infelizmente, não pude colaborar com maior ênfase e prestatividade como gostaria. Estava, na ocasião, em uma intensa atrelagem de estudos e minha participação foi sinuosa, porém, o aconselhei a registrar a ideia. E assim, ele o fez, mesmos com os contratempos das burocráticas e impetuosas composições gráficas, procurei acompanhar da melhor forma possível. O projeto nasceu. O lançamento foi muito oportuno e eu tive o prazer de presenciar tudo isso… Foi recompensador.

Meus parabéns, amigo jornalista e professor Oclides. Que este trabalho seja o primeiro de muitos que virão. Afinal, as ideias nunca param de saltar pela panela que é a vida. Um grande abraço e boa sorte.

Leandro Flores
Poeta, professor, jornalista e Designer Gráfico.