Arquivos diários: 18 de setembro de 2017

Poções: Vaca dá à luz 3 bezerros e caso raro ocorre a cada 100 mil gestações

vaca-da-a-luz-tres-bezerros-em-pocoesFoto: Reprodução/TV Bahia

Em uma situação rara, que ocorre a cada 100 mil gestações de bovinos, uma vaca deu à luz três bezerros no município de Poções, no sudoeste da Bahia. O caso ocorreu na Fazenda Boa Sorte, que conta com 13 vacas no rebanho.

Entretanto, foi o animal que tem o nome de Jabuti que foi responsável pela rara gestação. Aos 66 anos, Ademário Pires, que há mais de 30 trabalha como vaqueiro, nunca viu uma situação semelhante. “A primeira vez eu vim ver foi essa semana agora que passou”. Essa é a segunda vez que a vaca Jabuti dá à luz.

De acordo com o G1, na primeira gestação, tudo ocorreu dentro da normalidade, com o nascimento de um bezerro. Jabuti é da raça Girolando, que é muito conhecida pela produção de leite. Só essa vaca, produz 12 litros de leite por dia.

Brasil: Dois tremores de terra são registrados em cidades do Paraná

tremor
Rio Branco do Sul

Dois tremores de terra foram registrados na madrugada desta segunda-feira (18) em ao menos duas cidades do Paraná, de acordo com o Centro de Sismologia da USP (Universidade de São Paulo). Não há informações de feridos.

O primeiro tremor de magnitude 4,5 na escala Richter ocorreu às 3h16 na cidade de Rio Branco do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A profundidade foi de 52 km.

Segundo o Corpo de Bombeiros, foi possível sentir o tremor por alguns segundos e muitos moradores também ligaram para a corporação.

Dois minutos depois, foi registrado um tremor com magnitude ainda maior de 5,1 em São Jerônimo da Serra (335 km de Curitiba). A profundidade dele foi de 10 km.

Neste segundo caso, a Polícia Militar disse que não deu para sentir a terra tremer.

OUTRO CASO

Em janeiro passado, um abalo sísmico assustou moradores de Londrina (PR) e cancelou o expediente no Fórum Criminal da cidade.

Como o prédio era antigo e já tinha rachaduras, um bombeiro que estava em uma audiência recomendou que todos deixassem o local por precaução.

Os episódios antecederam em um dia uma série de problemas, como rachaduras e danos em pontes e prédios públicos da cidade, atribuídos às fortes chuvas.

À época, o geólogo José Paulo Pinese, docente da UEL que estuda os tremores, disse que estavam investigando com cautela um possível elo entre estragos na cidade e os abalos.

“O solo de Londrina é de um tipo que pode entrar em colapso, se contraindo quando saturado de água. Um tremor até pode potencializar o colapso do solo, gerando mudanças na superfície, como trincas em construções”, disse Pinese.

Entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, a cidade paranaense registrou 11 microtremores de terra, com magnitude de 1,1 a 1,9 grau na escala Richter.