Arquivos diários: 23 de novembro de 2016

Barra do Choça: Menina morre após picada de escorpião no quintal de casa

escorpiao-04Uma menina de seis anos, moradora da zona rural de Barra do Choça, no sudoeste baiano, morreu após ser picada por um escorpião. Jamille de Jesus brincava no quintal de casa, no Assentamento Pátria Livre, na tarde da última terça-feira (22), quando ocorreu o incidente. A vítima chegou a ser levada ao Hospital Geral de Vitória da Conquista, mas não resistiu. O corpo será velado e sepultado hoje (23), em Barra do Choça.

Juazeiro: Mãe tenta há 2 anos enterrar filha morta pelo cunhado

arlene-costa-borges-85Uma família de Juazeiro, no norte da Bahia, luta para enterrar o corpo de uma jovem que foi assassinada há dois anos e não foi liberado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade por causa do resultado do exame de DNA, que ainda não saiu. Segundo o DPT, o exame é complexo e sem prazo para conclusão da análise e divulgação do resultado. Arlene Costa Borges foi morta pelo cunhado, em setembro de 2014.

A jovem era garçonete e desapareceu depois de sair da lanchonete onde trabalhava. Quase dois meses depois, o corpo dela foi encontrado no bairro Sol Levante, em Juazeiro. O suspeito, Wellington da Cruz Bispo, está preso e confessou ter enforcado, estuprado, matado a marretadas e enterrado o corpo de Arlene no banheiro de uma casa em construção.

De acordo com o depoimento de Wellington à polícia na época, a esposa dele, Cláudia Borges, irmã da vítima, era influenciada por Arlene para trair o marido. “Eu não durmo direito, eu não durmo. Só pensando nisso, nas coisas que aconteceram com ela e ela ainda está em cima da terra. É muita dor para uma mãe”, lamenta a mãe da vítima, Maria Borges. De acordo com o G1, dois anos depois do crime, a família ainda espera enterrar o corpo de Arlene.

Número de casos de intolerância religiosa aumenta 300% na Bahia

O número de casos de intolerância religiosa registrados em 2016 na Bahia pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação (GEDHDIS), do Ministério Público Estadual (MPE-BA), aumentou 300% em relação ao ano anterior. Em nota, o MPE-BA informou que foram computados 13 casos em 2015, enquanto neste ano já foram registrados 56 casos.

Ainda segundo o Ministério Público, os casos registrados resultaram em instauração de inquéritos policiais, denúncias, recomendações e acordos entre as partes envolvidas.

De acordo com o G1, por conta do Novembro Negro, mês do Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado no último domingo (20), o MPE-BA informou que expediu aos promotores de Justiça e às instituições públicas e privadas, uma nota técnica orientando sobre a imposição de limites sonoros durante cultos e liturgias de religiões de matriz africana.

Segundo a promotora de Justiça Lívia Santana Vaz, que coordena o Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (GEDHDIS), a finalidade é impedir que pessoas ou grupos utilizem o arcabouço legal de combate à poluição sonora para praticar atos de intolerância religiosa.